
sexta-feira, 10 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Tomada de posse dos órgãos sociais dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos

Considerando que os novos corpos dirigentes da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos, tomaram posse no passado dia 27 de Maio, queria saudar a nova direcção e desejar os maiores sucessos para o mandato.
Considerando a longa história desta Associação Humanitária, fundada em 25-08-1935, de serviço abnegado e inestimável à comunidade, com inúmeras passagens de actos de coragem no salvamento de vidas e bens, aplicada várias vezes com o sacrifício da própria vida.
Considerando que estes homens e mulheres têm sabido ao longo dos anos servir o seu povo, independentemente dos momentos menos bons, que muitas vezes os podem ter feito desanimar. Saúdo os novos órgãos dirigentes e desejo os maiores sucessos.
Luís Gomes
Salvaterra de Magos, 01 de Junho de 2011
Saudação ao Clube de Andebol de Salvaterra de Magos na Fase Final do Campeonato

O CAS, clube anfitrião da 3.ª fase do campeonato nacional da 2.ª Divisão, prova organizada pela federação portuguesa de andebol em parceria com a associação de andebol de Santarém, segue para a fase final do Campeonato depois de um empate com o Tarouca, vitória sobre o Marítimo e Sporting da Horta.
Assim o CAS junta-se a 3 outras equipas no próximo fim-de-semana em Santo Tirso, onde disputará, não só a subida à 1.ª Divisão Nacional da categoria (escalão de juvenis) como o título de campeão nacional da 2.ª divisão.
Luís Gomes
1 de Junho de 2011
Dia Mundial da Criança

Milhares de manifestantes ocupam o centro de Madrid

sexta-feira, 3 de junho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Bloco promove almoço nacional no próximo domingo
No próximo domingo, dia 22, o Bloco promove um grande almoço nacional, no Pavilhão Atlântico em Lisboa. A iniciativa, aberta todos, marcará o arranque da campanha eleitoral dos bloquistas. Inscrições abertas.As eleições legislativas de 5 de Junho estão aí. Para juntar forças para a campanha eleitoral, que se inicia na próxima semana, o Bloco promove no próximo domingo, dia 22 de Maio, um grande almoço nacional, na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico, em Lisboa.
A iniciativa, marcada para as 12h, é aberta a todos e contará com a presença e intervenção de Francisco Louçã, primeiro da lista de candidatos pelo círculo eleitoral de Lisboa, bem como de outros/as candidatos/as do Bloco.
As inscrições estão abertas mas deverão ser feitas com a devida antecedência, enviando um email para almoco.atlantico@bloco.org ou através do contacto telemóvel 96 268 22 51.
José Gusmão visitou instituições do concelho de Salvaterra
A comitiva do Bloco de Esquerda liderada pelo deputado José Gusmão esteve no Centro de Bem Estar Social de Marinhais, Centro de Dia de Foros de Salvaterra e Lar Adventista Para Idosos também na freguesia de Salvaterra de Magos.
Nas três instituições visitadas o Bloco de Esquerda encontrou equipas motivas em trabalhar em prol da comunidade, embora por vezes confrontadas com algumas dificuldades.
De realçar a forte ambição registada nos responsáveis pelas instituições visitadas. Ambição de crescimento dos projectos de solidariedade social.
Vê mais sobre a visita.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Próximas acções do Bloco
Dia 14 de Maio - sábado
- Comício no Tramagal, 21.30h, e concerto pelos "The Kaviar"
Dia 28 de Maio - sábado
- Almoço no Entroncamento, 12.00h
- Comício em Santarém, 19.00h
sábado, 7 de maio de 2011
O futuro tem data marcada
Mergulhámos numa crise, providenciaram-se uns anestésicos, de sua marca PEC, e dormiu-se. No último ano a receita foi aplicada por quatro vezes. À terceira seria de vez, mas foi a quarta que permitiu perceber que o anestésico não seria talvez o melhor remédio e que a receita era, afinal, parte da doença. O problema foi a consequência dessa constatação, e acabámos por acordar num cenário de chantagem social: "não havia mesmo alternativa, tínhamos de pedir 'ajuda' externa e ficar dependentes das medidas que uns senhores ainda nos hão-de dizer quais são".Ao contrário do que tem sido vendido, nada nesta história é escrito de fatalidade, mas antes de intenção. A escolha deveria ter sido deixada ao povo e nunca antecipada. Os senhores de pasta preta foram chamados e ditarão o nosso futuro três semanas antes de irmos a eleições, assim ficou escrito. Entrámos no reino de um protectorado com o apoio de três partidos: PS, PSD e CDS. Mas, como sempre, há um "mas" nada desprezível nesta história, de seu nome eleições.
Se formos pelo caminho do protectorado dos senhores de pasta preta com o aval do "tripartido", o futuro já começou e "nada poderemos fazer para o alterar". Se escolhermos a possibilidade de optar contra a fatalidade, então a data marcada para mudar o futuro é mesmo 5 de Junho.
A frase "nada será como dantes" tem aqui um significado muito próprio. Aceitaremos as condições que nos forem impostas ou lutaremos para que o "inevitável" tenha que ser revisto? No dia 5 de Junho é isto que vai estar em causa. Pela primeira vez, os três partidos decidiram concorrer a eleições com um programa comum que vem do frio. PS, PSD e CDS aplicarão o programa que Bruxelas e o FMI definirem para o país. Os que sempre se auto-proclamaram como integrantes do "arco da governação" e que nos governaram nas últimas décadas, serão, a partir de agora, e se o povo assim o quiser, governantes por procuração.
Desta vez, a única proposta efectiva de governo independente mora à esquerda. Veja-se o caso da Islândia: na bancarrota, um governo chamou o FMI. Vieram em seguida eleições, o povo escolheu e formou-se um governo de coligação mais à esquerda. Tudo começou a mudar a partir daí. O povo recusou em referendo a chantagem de governos tão poderosos como o britânico e o holandês. Por extraordinário que vos pareça, dizem-nos que sim, que valeu a pena.
Luís Gomes
Salvaterra de Magos, 04 de Maio de 2011
Abono de família
O abono de família foi retirado a 645 mil crianças, em seis meses. Em Março foi retirado o abono de família a 70 mil crianças. Desde 1 de Novembro de 2010, quando entraram em vigor as novas regras impostas pelo PEC 3, o total de crianças que deixaram de receber abono de família atinge já as 645 mil.Em Outubro de 2010, foram processados 1.764.512 abonos de família. Os últimos dados, de Março passado, indicam que neste mês esse número baixou para 1.118.953. Em seis meses, 645.559 crianças deixaram de receber abono de família.
Até Outubro de 2010 todos os meses havia um pequeno aumento do número de crianças a quem era atribuído o abono de família. A partir de 1 de Novembro, com os cortes do PEC 3, a tendência inverteu-se e todos os meses o número de crianças que recebem abono de família vai sendo reduzido.
De imediato no mês de Novembro, a Segurança Social processou menos 384.619 abonos de família, com a eliminação dos dois últimos escalões do subsídio e do pagamento adicional de 25% a famílias com rendimentos mais baixos. Posteriormente, o número de crianças que deixou de receber subsídio continuou a baixar: em Dezembro menos 817 crianças, em Janeiro menos 100 mil e em Fevereiro menos 88 mil.
Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas, declarou à Lusa: "Não se pode pedir mais esforços às famílias, porque muitas já deram tudo o que tinham para dar", lembrando que segundo os últimos dados da Cáritas – relativos a 8 das 20 dioceses - "em abril estava a ajudar 25 mil famílias, ou seja, mais de 63 mil pessoas".
Se juntar-mos o facto de Portugal apresentar a oitava maior taxa de pobreza infantil entre os 34 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), atrás de Israel, do México, da Turquia, dos Estados Unidos, da Polónia, do Chile e de Espanha.
De acordo com o relatório publicado, Portugal, distrito de Santarém e o nosso concelho precisavam de medidas de apoio ao combate à pobreza infantil e não medidas cegas que prejudicam sempre os mais fracos e hipotecam o futuro das novas gerações.
Luís Gomes
Salvaterra de Magos, 04 de Maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
25 Abril e 1º Maio

Têm sido assim os últimos meses, em Portugal, na Europa e no mundo. Quem pressentiria a tempestade, não de areia mas de liberdade, gerada nos desertos do Norte de África de onde sopra o familiar vento suão? E a onda não parou: apesar de o povo líbio estar encurralado entre os tanques de Kadhafi e os mísseis da NATO, ela expande-se até à Síria, Iémen e Arábia Saudita, governadas por reis e déspotas petrolíferos, todos “bons amigos do Ocidente”.
Recentes são as ondas sísmicas e o tsunami japonês que abalaram o mundo, sobretudo pela catástrofe nuclear de Fukushima, cujo alcance ninguém hoje consegue medir.
Também o velho continente foi abalado por tempestades de outro tipo, que já colheram a Islândia, a Grécia, Irlanda e agora nos batem à porta. Mas não vão ficar por aqui. Não se trata de catástrofes naturais, mas provocadas pela ganância financeira num mundo desgovernado pelo neoliberalismo. A bolha especulativa da economia de casino estava programada para rebentar, como alertavam há mais de uma década vários prémios Nobel da economia.
Desde finais de 2008, os Estados cuja intervenção nos mercados foi diabolizada ao longo de décadas, injectaram triliões para salvar bancos cujos activos estavam ao nível do lixo, apesar de receberem notas elevadas das agências de rating. As mesmas ratazanas e os mesmos bancos que, a partir de 2010, lançaram a gigantesca operação especulativa contra as dívidas soberanas dos Estados que os salvaram. Eis o capitalismo neoliberal em todo o seu esplendor!
Na política doméstica, desde as Presidenciais a vida política entrou em carrossel: há um mês tínhamos “A censura ou o pântano”, a propósito da moção apresentada pelo Bloco, em 10 de Março. Mas quem ainda se lembra disso? A 11 de Março foi anunciado o PEC 4, já chumbado pelo parlamento; dia 12 foi a manifestação das “gerações à rasca”; sobreveio a demissão do governo, a dissolução da Assembleia, as eleições marcadas para 5 de Junho.
Mas a dura realidade é que o FMI está aí! E, ao contrário do que nos querem fazer crer, nem todos perdem com a sua chegada: os bancos, por exemplo, já sonham com o seu quinhão de liquidez dos 80 mil milhões de euros a baixo juro para subirem as taxas que impõem à economia produtiva e a dezenas de milhares de cidadãos ameaçados de despejo por já não conseguirem pagar a prestação da casa.
A grande questão hoje é: quem ganha e quem perde com o FMI? Quem paga a dívida externa e a enorme dívida social aos trabalhadores e aos dois milhões abaixo do limiar da pobreza? A esta pergunta crucial, só há duas respostas: a do bloco FMI e a alternativa de esquerda.
O primeiro é formado por todos os partidos que aprovaram os PEC’s e, assim, estenderam a passadeira ao FMI. Neste bloco, a coerência não é moeda corrente: Cavaco, o padrinho, alertava nas presidenciais contra “os cortes cegos” do FMI. Passos Coelho recusou o PEC 4 no parlamento mas, com as orelhas a arder perante Merkel, jurou fidelidade a este e aos PEC que se seguirem. Sócrates, entronizado no Congresso como “o querido líder” do PS, jurava “fazer tudo para evitar a vinda do FMI”, hoje declara-se o mais competente para governar com ele. Em rodapé, o CDS de Paulo Portas a mendigar os lugarzinhos num governo bi ou tripartido.
Nas eleições de 5 de Junho, não vale a pena nenhum destes partidos apresentar programas nem gastarmos um segundo a ouvir as suas promessas: o programa comum de todos eles não foi redigido em Portugal e tem apenas três letras: FMI.
À esquerda, a boa notícia é o diálogo aberto entre o Bloco e o PCP que deverá estender-se a outros sectores e personalidades, para construir um programa de governo alternativo, se os portugueses assim votarem, ou uma plataforma de resistência e luta nos duros tempos que virão. Para vencer agora e, sobretudo, para abrir caminhos de futuro.
Há alternativas em Portugal e na Europa, indiciadas no processo judicial contra as agências de rating, interposto pelo grupo de economistas encabeçado pelo professor José Reis. Não é caso inédito: a Islândia varreu do poder os políticos responsáveis pela crise, elegeu uma nova Constituinte e meteu os banqueiros corruptos na prisão. Mais ainda: recusa pagar a dívida aos bancos ingleses e aos agiotas que especulam sobre a dívida soberana.
Nestes ásperos tempos que vivemos, Abril é tempo de resistência que se desenha em Maio. Não só no Dia do Trabalhador, mas quando os trabalhadores e as famílias mais pobres são os principais visados de uma conjuntura económica sem consciência social.
Luís Gomes
Vereador da Câmara Municipal
Precários lançam Lei contra a Precariedade

Segundo o texto de apresentação, a “Lei Contra a Precariedade” baseia-se nas “três vertentes mais comuns e injustas do mercado de trabalho: os falsos recibos verdes, a contratação a prazo e o trabalho temporário. A proposta de lei lançada pelos movimentos de precários contém medidas concretas para cada um dos pontos.
Paula Gil, uma das organizadoras do movimento “Geração à Rasca”, agora registado como Movimento 12 de Março, afirmou que o objectivo é criar uma iniciativa legislativa, que possa ser assinada por todos os cidadãos portugueses.
O local para a apresentação da iniciativa foi junto ao cinema S. Jorge, em Lisboa, o ponto de partida oficial da manifestação da “Geração à Rasca”, que levou centenas de milhares de pessoas à Avenida da Liberdade, no passado dia 12 de Março. Agora será “o ponto de partida para uma mobilização que exigirá um combate efectivo à precariedade.
A precariedade atinge hoje cerca de 2 milhões de trabalhadores em Portugal e o seu crescimento ameaça todos os outros. Com a situação actual, defrauda-se o presente, insulta-se o passado e hipoteca-se o futuro. Desperdiçam-se as aspirações de uma geração de novos trabalhadores, que não pode prosperar.
Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação das gerações anteriores, também elas cada vez mais afectadas pelo desemprego e pela precariedade. “É necessário desencadear uma mudança qualitativa do país. É urgente terminar com a situação precária para a qual estão a ser arrastados os trabalhadores, que legitimamente aspiram a um futuro digno, com direitos em todas as áreas da vida”, lê-se na introdução da proposta de lei.
Os quatro movimentos de precários esperam recolher as 35 mil assinaturas necessárias para levar ao Parlamento a proposta de uma Lei contra a Precariedade, sob a forma de uma Iniciativa Legislativa dos Cidadãos.
O FMI e os partidos que fingem negociar as soluções para o pagamento da divida externa não aplaudem estes movimentos, mas a liberdade tem destas coisas, os cidadãos podem e devem manifestar-se quando o seu futuro está em causa.
Luís Gomes
Vereador da Câmara Municipal
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Com eleições à vista e apesar do mandato não ter chegado ao fim, o Bloco prestou contas do trabalho realizado pelo Deputado eleito por Santarém e pelo BE no seu conjunto, neste período que mediou as ultimas eleições legislativas e o actual momento. Conferência de imprensa realizou-se a 11 de Abril, em Santarém.
Soluções
Os Deputados eleitos por qualquer Distrito são deputados da nação. Mas respondem pelas cidadãs e cidadãos que os elegeram e têm deveres de representação na resolução dos problemas que se colocam especificamente na sua região e das soluções necessárias. Em 27 de Setembro de 2009, o Bloco obteve 11,91% dos votos, passando o Bloco a ser a terceira maior força política no Distrito. O Distrito de Santarém deu ao Bloco de Esquerda uma prova de confiança e uma enorme responsabilidade. Neste documento, respondemos por essa responsabilidade. O Bloco divulga junto de todas e de todos o trabalho que realizou no Parlamento e no Distrito. Para que sejamos julgados não apenas pelo que propomos e propusemos, mas também pelo que fizemos de concreto.
José Gusmão
Saúde
A Saúde tem sido uma das áreas prioritárias do trabalho político do Bloco. O Bloco de Esquerda reuniu com todos os coordenadores dos quatro Agrupamentos de Centros de Saúde que abrangem o Distrito e realizou visitas aos Centros de Saúde de Rio Maior, Almeirim, Abrantes e Torres Novas. O objectivo foi fazer um levantamento das situações mais graves do distrito sobre as quais o Bloco tem tido intervenção. O Bloco denunciou irregularidades e má gestão no Centro Hospitalar do Médio Tejo e as longas listas de espera no Hospital de Tomar. Questionou o Governo sobre os atrasos na transferência para novas instalações da unidade de urgência básica de Coruche e das Unidades de Saúde Familiar do Planalto e São Domingos (Santarém), na atribuição de novas viaturas às unidades de cuidados continuados de Santarém e do Cartaxo e no funcionamento da Unidade de Cuidados Continuados da Chamusca. Exigiu também a construção de uma nova extensão de centro de saúde em Foros de Salvaterra e bateu-se contra a política de sistemáticos encerramentos de outras extensões em vários pontos do Distrito.
As últimas Jornadas Parlamentares do Bloco de Esquerda realizaram-se no Distrito de Santarém e tiveram como ponto mais importante a Saúde, com a apresentação de um Pacote de Medidas para garantir o acesso a médico de família a toda a população. Esta proposta tem um enorme significado para o Distrito de Santarém onde as carências ao nível de médicos de família são particularmente graves, nomeadamente em Abrantes, Torres Novas, Sardoal, Chamusca ou Coruche.
Trabalho e Segurança Social
O Distrito de Santarém enfrenta uma situação difícil no plano económico e social. A política económica da crise provocou uma vaga de dificuldades em centenas de empresas com falências e processos de despedimento colectivo. O Bloco interveio no sentido de uma política pró-activa do Estado na minimização desses problemas, nomeadamente na Fleximol (Cartaxo), na Companhia de Fiação de Torres Novas ou na Manuel Freitas Lopes. O Bloco bateu-se contra o encerramento da delegação da Segurança Social em Marinhais e visitou o Centro Social da Carregueira.
O Bloco interveio ainda na defesa dos direitos trabalhadores da EMEF e da CP que foram alvo de processos disciplinares por lutarem pelos seus direitos e realizou um levantamento da situação em Tomar, um dos concelhos em que o aumento do desemprego é mais importante. O Bloco defendeu a reabilitação urbana como forma de valorizar o património imobiliário e a criação de emprego e reuniu com agricultores e empresas do sector agro-pecuário, apresentando propostas para a política de preços ao produtor e combate ao absentismo neste sector, estratégico para o país.
Ambiente
O ambiente, a qualidade do ar e da água tem sido uma das áreas críticas para a qualidade de vida de um distrito marcado por recursos naturais valiosíssimos, mas também por gravíssimas agressões ao ambiente, que são agressões às pessoas. O Bloco participou ou promoveu várias acções sobre a poluição no Rio Tejo e vários dos seus afluentes, batendo-se com muitos outros activistas e organizações por políticas que protejam a bacia hidrográfica do Tejo, que constitui um dos elementos centrais do nosso património natural.
Assim, o Bloco tomou já inúmeras iniciativas para que seja resolvido de forma definitiva o problema do funcionamento da ETAR de Alcanena, com prioridade para a substituição da rede de colectores, avaliação da qualidade do ar e suas consequências para a saúde pública e resolução do problema dos resíduos no Covão do Coelho, problema que se arrasta há vários anos. Outro caso grave que o Bloco denunciou é o do funcionamento da Central de Compostagem em Torres Novas. O Bloco reuniu com a Resitejo sobre a saúde pública e resíduos urbanos e com a Quercus sobre o funcionamento e a segurança ambiental dos CIRVER na Chamusca.
O Bloco tem-se batido também pela modernização das explorações agro-pecuárias, com destaque para os casos das Suiniculturas da Ribeira de São João (Rio Maior) e do Aviário das Várzeas (Cartaxo). Finalmente, o Bloco já exigiu intervenção do Governo no apoio à resolução do problema do abastecimento de água na freguesia da Marmeleira (Rio Maior). O Bloco defendeu o princípio de precaução, impedindo com as populações a instalação de uma antena de telecomunicações na Meia Via.
Transportes e Acessibilidades
A área das acessibilidades tem sido uma das áreas em que a política da recessão teve impactos mais negativos, nomeadamente ao nível de investimentos públicos estruturantes como os troços IC3 e IC9 há muito prometidos e outros investimentos na reabilitação de infra-estruturas fundamentais, como a Linha do Norte de Mato de Miranda a Entroncamento ou a EN361 entre alcanede e alcanena. O Bloco tem-se batido contra a introdução de portagens na A23 e desafiou todos os partidos do Distrito a associarem-se a esse esforço não apenas em palavras, mas também em actos, tendo apresentado uma resolução na Assembleia, chumbada por PS, PSD e CDS. Defendeu ainda o alargamento do Passe Social até ao Entroncamento, como parte de uma estratégia de aposta na ferrovia.
O Bloco empenhou-se a fundo na busca da solução para o problema da Ponte de Constância, no sentido da sua reabilitação e rápida reabertura e dos apoios necessários ao município de Constância para assegurar a mobilidade dos munícipes, enquanto essa abertura não se verificou. O Bloco interveio também na questão do encerramento da Ponte Dom Luís e bateu-se pela viabilização, felizmente conseguida, da Linha das Vendas Novas, que serve os concelhos de Coruche, Salvaterra de Magos e Cartaxo. O Bloco realizou uma acção e apresentou propostas sobre as barreiras arquitectónicas à mobilidade dos cidadãos com deficiência em Benavente e Samora Correia.
Educação e Cultura
O Bloco interveio no sentido da requalificação de várias escolas com problemas logísticos como a Escola Básica 2+3 Chora Barroso (Riachos, Torres Novas), a escola Maria Lamas, (Torres Novas) a Escola Dr. Ruy de Andrade (Entroncamento) ou o Centro Escolar de Alcobertas (Rio Maior). O Bloco interveio em defesa de uma política de limitação à obsessão concentradora do Governo, em respeito pelos projectos educativos, nomeadamente no caso da extinção do agrupamento de Escolas de Minde.
O Bloco interveio ainda no sentido da resolução dos problemas que afectavam o trabalho de muitos estudantes do Instituto Politécnico de Tomar e em defesa de um maior investimento no Ensino Superior Politécnico. O Bloco promoveu acções de auscultação dos agentes culturais do Distrito, e promoveu debates em que apresentou propostas sobre a rede de cineteatros.
Segurança e Protecção Civil
Com o desinvestimento nos serviços públicos, um dos problemas que se coloca de forma mais aguda é o da capacidade de resposta a situações de emergência relacionadas com as intempéries. O Bloco acompanhou e vai continuar a acompanhar todo o processo que se seguiu ao tornado que afectou os concelhos de Tomar e Ferreira do Zêzere. Tendo estado presente nos dois concelhos na própria noite do dia em que o tornado ocorreu, o Bloco promoveu depois reuniões com as respectivas Câmaras Municipais e serviços de protecção civil, endereçou perguntas ao Governo e apresentou uma resolução exigindo a rápida intervenção do Governo. O bloco continuará a acompanhar este dossier para impedir que os apoios aos cidadãos individuais afectados não sejam eternamente adiados, como aconteceu no caso das intempéries de Abril de 2008, que afectou os Concelhos de Santarém, Alcanena e Torres Novas, caso esse sobre o qual o Bloco também interveio logo no início do mandato.
Um outro dossier que o Bloco acompanhou de perto éo que diz respeito à estabilização das Barreiras de Santarém, um problema que se arrasta há décadas e cuja urgência tem vindo a aumentar. O Bloco promoveu várias diligências junto do Governo e visitas aos locais críticos no sentido da resolução deste problema, tendo apresentado com outros Partidos uma resolução na Assembleia sobre esta matéria. O Bloco interveio ainda em torno de outro problema antigo, que é o da segurança na Estação Ferroviária do Entroncamento, uma das maiores do país, onde se prolonga uma situação de enorme risco há já muitos anos. O Bloco defendeu a resolução deste problema, nomeadamente através da construção de um atravessamento desnivelado que permita um acesso em segurança dos utentes às linhas e a supressão da passagem de nível na linha da Beira Baixa.
O Bloco bateu-se por uma nova Esquadra da PSP no Entroncamento, substituindo a que se mantém em instalações totalmente desadequadas. O Bloco promoveu ainda uma reunião com a Governadora Civil de Santarém sobre as questões da Segurança Rodoviária no Distrito, da qual resultou a apresentação de um conjunto de propostas e a exigência da reactivação do veículo descaracterizado da GNR no Distrito, no sentido de uma maior prevenção das infracções rodoviárias.
Continuar o Trabalho, Mudar de Futuro
Durante este mandato, tudo fizemos para estar à altura da responsabilidade que recebemos em 2009. Em muitos casos, os problemas sobre os quais interviemos ficaram resolvidos e em outros é necessário continuar a trabalhar. Em todos, fica claro que a democracia é feita de escolhas. O apelo que fazemos a cada cidadã e cada cidadão é de que comparem os programas de todos os Partidos e as suas soluções, e comparem também o que cada um dos seus representantes fez pelo Distrito ao longo dos últimos dois anos. O Bloco responde pela sua responsabilidade, pelo seu trabalho e pelas suas soluções. De consciência tranquila e confiança no futuro.

25 de Abril em festa e em luta
Vamos comemorar o 25 de Abril em festa e em luta.
Vamos à manifestação de Lisboa, todos de autocarro.
O Bloco está a organizar uma ida a Lisboa, no dia 25 de Abril para participarmos nas comemorações do 37º aniversário da revolução.
Para que isto possa acontecer temos de nos inscrever quanto antes para podermos saber quantos estão disponíveis e se alugar um autocarro é viável.
Preço: 5 euros, famílias com mais de 2 pessoas 11 euros.
Por isso inscreve-te já, para o mail meiavia1@sapo.pt ou para o 962333743.