O Bloco de Esquerda de Salvaterra de Magos, no lançamento das autárquicas no nosso concelho, disponibiliza um local destinado à campanha, onde pode seguir todas as iniciativas realizadas e a realizar.
domingo, 21 de julho de 2013
Declaração Politica
O número de portugueses que viveram em privação
material em 2012 aumentou face ao ano anterior, ultrapassando os dois milhões,
revela o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento das Famílias do Instituto
Nacional de Estatística divulgado esta segunda-feira.
A “privação material severa” atingiu 8,6 por centro
da população residente em Portugal em 2012, num ano em que um inquérito
do INE apurou 25,3% da população em risco de pobreza ou exclusão social, um
aumento de quase um ponto percentual face ao valor de 24,4% no ano anterior.
Os indicadores de privação material baseiam-se num
conjunto de nove itens representativos das necessidades económicas e de bens
duráveis das famílias, como não ter capacidade para pagar de imediato uma despesa
inesperada, atrasos nos pagamentos de prestações ou despesas correntes, não
poder fazer uma refeição de carne ou de peixe de dois em dois dias ou não ter
eletrodomésticos ou telefones.
A privação material corresponde a situações em que não
existe acesso a, pelo menos, três destes nove itens, enquanto a privação
material severa corresponde a situações em que não existe acesso a pelo menos
quatro indicadores.
Em 2012, 21,8% dos residentes em Portugal viviam em
privação material, mais 0,9 pontos percentuais (p.p.) face ao ano anterior
(20,9%), adianta o inquérito.
A intensidade da privação material manteve-se
constante comparativamente ao ano anterior (3,6).
No ano passado, 10% dos portugueses viviam com
“insuficiência de espaço habitacional”, indica o INE, que se baseou na taxa de
sobrelotação da habitação, que compara o número de divisões disponíveis com a
dimensão e composição da família.
Os dados indicam que 4,3% da população se confrontou
com “condições severas de privação habitacional”, como más instalações de
higiene, luz natural insuficiente ou problemas de humidade do alojamento.
A carga mediana das despesas em habitação foi de 12,9%
em 2012, contra 11,7% em 2011.
Segundo o inquérito, 8,3% da população vivia em
agregados com sobrecarga das despesas em habitação, definida por situações em
que o rácio entre as despesas anuais com a habitação e o rendimento disponível
(deduzidas as transferências sociais relativas à habitação) é superior a 40%.
O risco de pobreza está associado a condições
habitacionais menos adequadas, tendo o INE analisado a proporção de pessoas
“satisfeitas ou muito satisfeitas” com a habitação.
Em 2012, o inquérito dirigiu-se a 7.187 famílias,
tendo a operação de recolha decorrido entre maio e julho.
Perante estes dados do INE há quem explique a atual
crise como sendo resultado de uma birra, e os seus protagonistas até deram boas
razões para acreditar nessa tese, mas tem um ligeiro problema. Não nos diz nada
sobre o momento que estamos a viver.
O problema é a política. O falhanço da política. O
esgotamento do programa de ajustamento. Todas as birras são a cortina de fumo
que escondem o essencial: a austeridade falhou, como o reconheceu o seu arauto
máximo, Vítor Gaspar.
O défice atingiu, neste primeiro trimestre, o seu
valor mais alto desde o início da crise financeira. A dívida está nos 127%, onde
o memorando estimava que a dívida pública atingisse 114% do PIB em 2013, ainda
2013 vai a meio e ela já está nos 127%. Depois de todos os aumentos de
impostos, cortes salariais, subsídios retirados, 400 mil postos de trabalho
destruídos, o colossal desvio de 21 mil milhões de euros na dívida é o retrato
do falhanço da austeridade e do Governo PSD CDS.
O Bloco de Esquerda reafirma a necessidade da denúncia
do memorando e renegociação da dívida. Só esse caminho pode permitir o
crescimento económico, a criação de emprego, a proteção do estado social, a
valorização de salários e pensões. Este caminho pode e deve ser trilhado por
uma ampla convergência de esquerda, mas só pode ser legitimado por um processo
eleitoral.
Luís Gomes
Salvaterra de Magos, 17 de Julho de
2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Desistir dos desempregados e dos mais excluídos
Soube-se que o governo quer limitar o acesso a
dispositivos de formação profissional. Para o governo, a prioridade deve ser
dada a quem, estando desempregado esteja a receber subsídio de desemprego ou rendimento
social de inserção. Todos os outros, a grande maioria, desempregados que não
auferem qualquer tipo de subsídio, ficam praticamente excluídos de poderem
aceder a formação profissional.
A medida é de estranhar, principalmente sabendo-se
que, hoje em dia, a maior parte dos desempregados já não auferem qualquer
subsídio e que são estes os mais excluídos entre os excluídos, porque o
desemprego e a privação financeira são das principais causas de exclusão.
Por que razão, então, esta medida que restringe o
acesso a formação profissional?
Em 24 de maio de 2013 é publicado o despacho normativo
n.º 6/2013 que altera o despacho 4-A/2008 que define quais as despesas
elegíveis em cursos de formação. Uma das alterações previstas no despacho de
maio passado é a de que passa a ser despesa elegível de formação as “despesas
com os apoios sociais de que os formandos beneficiem, nomeadamente subsídio de
desemprego, subsídio social de desemprego e rendimento social de inserção”.
Traduzindo: as prestações sociais passam a ser pagas, não pela segurança
social, mas sim pelos fundos comunitários que financiam os cursos de formação.
É por esta razão, e apenas por esta razão, que o
governo quer que o acesso a cursos de formação financiados seja quase exclusivo
para desempregados que beneficiam de prestações sociais. Apenas para poupar o
dinheiro com as prestações e fazer com que elas sejam pagas por outros fundos.
Os outros desempregados, os de longa duração e mais excluídos sociais? Não
querem sequer saber deles. Deixa de haver, quase na totalidade, respostas de
formação que lhes sejam destinadas.
Seria, talvez, altura de tentarmos refletir sobre os
papéis da formação profissional numa sociedade. No caso de pessoas empregadas,
esse papel parece mais óbvio e direto: pode ser a aprendizagem de alguma nova
competência profissional necessária, o treino das chamadas competências
transversais tão valorizadas desde as décadas de 80 e 90, a reciclagem da mão
de obra por se prever reestruturações no modo ou meio de produção, etc...
No caso de formação profissional destinada a
desempregados, a coisa é diferente. Pode-se dizer que o objetivo é sempre o
treino e aquisição de conhecimentos e competências, é a conhecida intervenção
no saber-saber, saber-fazer, saber-ser. E pode-se ainda dizer que o objetivo é
a empregabilidade, reduzir o desemprego, etc. Sendo sincero, parece-me que
poucos desses papéis cabem à formação profissional. Não cabe à formação criar
emprego ou fazer da mão de obra desempregada, mão de obra empregada. Isso é
pura ilusão. Esse papel cabe apenas à economia e, claro, intrinsecamente
ligados, às opções políticas.
Então, para quê a formação profissional destinada a
desempregados? Para além da óbvia aquisição de conhecimento que ela
proporciona, existe uma série de benefícios latentes que ela proporciona a quem
a frequenta, em especial desempregados de longa duração (e são esses que vão
deixar de lhe aceder).
Há muitas décadas, uma investigadora, Jahoda,
descobriu que o desemprego privava os trabalhadores de uma série de benefícios:
estruturação do tempo, status social e identidade, partilha de objetivos
sociais, contacto social e atividade regular, para além da privação do seu
benefício manifesto mais óbvio: o salário. Os desempregados estavam, por isso,
mais desprotegidos e mais expostos à exclusão porque perdiam todos esses
benefícios que eram garantidos pelo emprego. A formação profissional, não
sendo, obviamente, substitutiva do emprego, poderia mimetizar alguns destes
benefícios, minimizando, por isso, o impacto do desemprego. Ora, a formação
profissional para desempregados, tem, portanto, esse currículo oculto: devolver
alguns benefícios latentes e combater a exclusão social.
É, por isso, extremamente contraditório que o governo
pretenda agora afastar os mais excluídos destes mecanismos. É inclusivamente
contraditório dos próprios regulamentos de alguns dos dispositivos de formação.
Atendamos, por exemplo, ao regulamento específico da
Formação para a Inclusão: diz o artigo 5º desse regulamento que os
destinatários deste tipo de formação são, entre outros, “a) crianças, jovens ou
adultos em situação de exclusão ou em risco de exclusão; b) desempregados, em
particular os de longa e muito longa duração”. Ora, estes destinatários são
exatamente os que o governo rejeita agora como formando, porque muitos jovens
em exclusão ou em risco de exclusão não estão a receber nenhuma das prestações
sociais referidas, muito menos os desempregados de longa e de muito longa
duração, a quem o subsídio de desemprego já acabou há muito. Mas pode-se dizer:
'Ah, mas podem estar a receber RSI'. Poderiam, talvez, não tivesse o governo
alterado as regras de acesso ao mesmo, o que, não só tem restringido o acesso,
como tem também retirado este subsídio a quem já era beneficiário do mesmo. Os
números, nesse ponto, são muito claros: desde a entrada das novas regras, foram
66 mil as pessoas que perderam este apoio. A própria Segurança Social calcula
que, por mês, sejam 8230.
Podemos chegar agora a uma questão final: quais as
medidas que se oferecem, então, aos mais excluídos, aos desempregados de muito
longa duração, aos desempregados que não têm nenhum apoio social? O presidente
do IEFP diz que há muitas medidas que se lhes destinam, mas não é verdade. A
verdade, nua e crua, é que o governo desistiu destas pessoas e já nem conta com
elas para pensar politicamente o problema do emprego e do desemprego, muito
menos o problema da formação profissional, área para a qual o governo não tem
nenhuma estratégia, como se vê.
Luis Gomes
Salvaterra de Magos, 03 de Julho de
2013
EPSM
A EPSM encontra-se a proceder à primeira triagem de
candidatos a frequentar cursos profissionais. Este procedimento será composto
por dois momento distintos: um teste escrito de orientação vocacional e,
posteriormente, uma entrevista conduzida pelos professores das áreas
específicas e respetivo diretor pedagógico.
Continuamos sem qualquer indicação do Ministério da Educação
no que diz respeito à abertura de candidaturas para os cursos profissionais e
CEF´S.
Fomos, uma vez mais, distinguidos - 1º lugar - no
âmbito do projeto Rato de Biblioteca promovido pela fundação Vox Populi, que
conta com o apoio institucional do Ministério da Educação e Ciência, através da
Direção Geral da Educação, com o objetivo de continuar a divulgar e incentivar
o uso dos Estudos de Pesquisa nas escolas portuguesas como instrumento
pedagógico para incrementar a literacia, e como forma de aumentar os
conhecimentos, a capacidade de interpretação dos mesmos e a tomada de
consciência e mudança de atitude dos alunos. Em última análise, como forma de
desenvolver o sentido de cidadania dos jovens portugueses, através da
consciencialização para as realidades envolventes, e da mudança de atitude que
esse conhecimento pode implicar.
Os trabalhos de pesquisa foram elaborados com base na
cultura Avieira local. Partimos da realidade concelhia tendo como objetivo um
melhor entendimento das particularidades da cultura Avieira local.
A EPSM, representada pelo o curso de Eletrónica
Automação e Comando, participará no próximo sábado, dia 6 de julho, no Concurso
Nacional de Robótica, promovido pelo Instituto Politécnico da Guarda .O Robô
Bombeiro é um evento de robótica, que põe à prova pequenos robôs móveis e
autónomos com a missão de encontrar e apagar um incêndio, simulado por uma
vela, num modelo de uma casa formado por corredores e quartos.
Também tem como objetivo promover a Robótica, que será
sem dúvida uma das tecnologias chave do século XXI, assim como proporcionar um
evento extracurricular interessante e divertido, onde os alunos possam aplicar
na prática os conhecimentos multidisciplinares tipicamente adquiridos em cursos
de engenharia.
Luís Gomes
Salvaterra
de Magos, 03 de Julho de 2013
Moção – Saudação à Greve Geral e a todas as lutas pelo derrube do governo da troika
Fiel às imposições da troika e
fanático da austeridade, o governo PSD/CDS persiste em violar a legalidade e
desrespeitar as decisões do Tribunal Constitucional. A sua recusa em pagar
atempadamente o subsídio de férias na administração pública confirma uma
atitude vingativa que só é possível com a cumplicidade ativa do atual
Presidente da República.
A decisão de mais de uma
centena de autarquias – entre as quais o município de Salvaterra de Magos – de
pagar o subsídio de férias em Junho demonstra que outro caminho é possível,
apesar das dificuldades financeiras agravadas por uma política recessiva que
fez disparar simultaneamente o desemprego e a própria dívida.
E o desastre económico e
social ameaça não ficar por aqui. Em Julho, no início da oitava avaliação da
troika, serão anunciados novos cortes de 4700 milhões de euros na saúde, na
educação e na segurança social que provocariam dezenas de milhar de
despedimentos, a sobrecarga da população com novas taxas e impostos sobre as
pensões, reformas e serviços essenciais, bem como o colapso de muitos destes
serviços.
Esta política desastrosa tem
enfrentado a resistência dos trabalhadores e da generalidade dos cidadãos que
vivem o os dramas do empobrecimento e do desemprego. A determinação dos
professores em defesa da escola pública, contra o autoritarismo do ME e a
mobilidade especial”, primeira etapa do despedimento, é um exemplo a seguir.
A Greve Geral de 27 de Junho,
convocada pelas duas centrais e dezenas de sindicatos independentes, foi um
momento de grande convergência de todas as formas de resistência popular à
austeridade, em defesa dos salários e pensões e contra o aumento do horário de
trabalho. E é um “cartão vermelho” a este governo e ao seu último apoiante,
Cavaco Silva, que será repetido e ampliado nas eleições autárquicas de 29 de
Setembro próximo.
A Câmara Municipal de
Salvaterra de Magos, reunida em sessão pública de 03 de Julho de 2013, delibera:
1.
Saudar a Greve Geral realizada em 27 de Junho e felicita
a participação massiva dos trabalhadores e dos cidadãos e de todas as
manifestações de solidariedade a esta greve.
2.
Caso
seja aprovada, esta Moção será comunicada à CGTP e à UGT, ao Presidente da
República, à Presidente da Assembleia da República e aos Grupos Parlamentares
da Assembleia da República, ao Primeiro-ministro e enviada para publicação aos
órgãos de comunicação social nacionais e regionais, assembleia municipal e
juntas de freguesias do concelho.
Grupo
do Bloco de Esquerda
Salvaterra de Magos, 03 de
julho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Subsídio de férias
O governo, como é conhecido, decidiu ordenar aos
serviços públicos que não paguem o subsídio de férias em junho, contra o que é
estipulado na lei, atrasando-o para novembro e, em relação aos pensionistas,
atrasou o pagamento do subsídio de férias para dezembro.
Porém, em relação às autarquias locais, o governo veio
aceitar publicamente que elas têm autonomia própria para pagarem o subsídio de
férias quando decidirem.
No que respeita às autarquias locais, não cabe ao
Governo interferir nas decisões dos seus órgãos próprios. Nos termos da
Constituição, cabe a cada autarquia local a responsabilidade administrativa de
decidir sobre o processamento do pagamento dos subsídios aos respetivos
trabalhadores.
Assegurado que as autarquias têm autonomia para
pagarem o subsídio de férias aos seus funcionários no mês que a lei aponta,
cada vez mais Câmaras, incluindo muitos executivos de maioria PSD, vêm
decidindo cumprir a lei.
O governo regional dos Açores decidiu pagar o subsídio
de férias em julho e todas as Câmaras da região, sejam de maioria PS ou PSD,
pagam no mesmo mês.
Com base em dados referenciados apenas pela
comunicação social nacional, estão listadas 74 Câmaras Municipais, que já
decidiram pagar o subsídio de férias em junho (ou julho, no caso dos Açores).
Certamente que muitas outras Câmaras decidirão no mesmo sentido.
Quero congratular a Srª Presidente e executivo pela
decisão de procederem ao pagamento do subsídio de férias atempadamente,
permitindo que todos os funcionários do nosso município possam organizar as
suas vidas e respetivas férias, conforme é seu direito constitucional. O
município demonstra através desta medida que têm todo o respeito pelos seus
trabalhadores e está ao seu lado na luta contra os ataques constantes deste
governo aos funcionários públicos.
Luís Gomes
Salvaterra de Magos, 19 de Junho de 2013
Professores em defesa dos alunos e da escola pública
Ministro da
Educação tinha uma estratégia definida. Anunciar as medidas mais gravosas bem
perto do fim do ano letivo. Se os professores reagissem a sua única
oportunidade era a greve às avaliações e exames e aí a opção é atirá-los contra
pais e estudantes.
Anunciou as medidas mais gravosas, despedimentos e
aumento do horário, bem perto do fim do ano letivo. Se os professores se
calassem, era anunciado o triunfo da paz social. Se reagissem a sua única
oportunidade era a greve às avaliações e exames e aí a opção é atirá-los contra
pais e estudantes. Esse foi o filme que passou nos últimos dias…
A decisão do tribunal arbitral sobre os serviços
mínimos veio estragar-lhes a estratégia. A decisão não só dava razão aos
professores, como claramente mostrava que se o Governo tivesse alguma
preocupação com os alunos, tinha uma opção muito simples, o adiamento do exame
para dia 20. Ficou claro que quem pretende sacrificar os alunos para atingir os
seus objetivos políticos é o Governo.
Que aborrecimento para Crato. Ele já se julgava uma
Margaret Thatcher a quebrar a espinha, não aos mineiros, mas aos professores,
esses subversivos que têm de ser tratados a toque de requisição civil.
Crato é hoje o porta-voz de um violento ataque à
Escola Pública. A sua atuação concretiza uma agenda ideológica que defende que
os dinheiros do Estado devem servir para os grandes negócios privados e não
para desenvolver os serviços públicos.
Os cortes cegos, os mega agrupamentos, o aumento do
número de alunos por turma, a eliminação das Áreas de Projeto e Educação
Cívica, o abandono das Áreas de Enriquecimento Curricular, tem como único
objetivo eliminar milhares de postos de trabalho e reduzir o número de
professores em funções.
O objetivo do executivo PSD/CDS-PP é degradar a
qualidade que foi atingida nos últimos anos, na Escola Pública. Para isso
instala um claro clima de insegurança nas escolas que constitui um verdadeiro
atentado contra a qualidade do ensino.
Há uma opção ideológica do Governo que tem como
objetivo a destruição de serviços públicos e a Escola Pública é claramente um
alvo preferencial.
Há uma campanha clara para denegrir a escola pública e
os seus profissionais.
Os professores dizem basta, na defesa dos seus alunos
e da Escola Pública de qualidade.
Luís Gomes
Salvaterra de Magos, 19 de Junho de 2013
Escola Profissional de Salvaterra de Magos (EPSM)
A candidatura que formalizamos à PROALV,
no âmbito do programa Leo Da Vinci – Mobilidades, foi aprovada com 89
pontos.(0-100).
A proposta de candidatura apresentada
pela EPSM, destina-se a promover a mobilidade e intercâmbio de alunos
finalistas dos cursos profissionais, nas áreas de Eletrónica, Hotelaria e
Comunicação.
(Profissionalização) Na sequência da reunião de escolas profissionais realizada na última
sexta-feira (ANESPO), alguns escolas expressaram a sua preocupação, tendo em
conta que o Despacho n.º 10811/2011 de 1 de Setembro estabelece que a aquisição
de profissionalização dos docentes das componentes científica e sociocultural
deverá ocorrer até ao final do presente ano letivo.
Cientes de que nos últimos dois anos não
foi possível criar condições para que todos os professores abrangidos pudessem
realizar a sua profissionalização, quer por escassez de oferta, quer pelo facto
de, como no caso dos psicólogos, a respetiva área de formação não estar
integrada em grupo disciplinar, a direção da ANESPO solicitará uma reunião ao
Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar com vista a definir
uma metodologia de trabalho que permita resolver esta questão de forma clara e
definitiva.
Continuamos sem qualquer informação da
parte do Ministério da Educação sobre a oferta dos cursos para o próximo ano
lectivo. Constatou-se que circula um conjunto de informações muito díspares
relacionadas com as ações em curso em cada Direção de Serviços Regional, tendo
em vista o planeamento e articulação da rede de oferta de cursos profissionais
e cursos vocacionais e de educação e formação de jovens.
Luís Gomes
Salvaterra de Magos, 19 de Junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Catarina Martins visita Escola Profissional de Salvaterra de Magos
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Declaração Política
Após a última reunião
de câmara, tudo indica que haverá quem tenha entrado decididamente em campanha
eleitoral neste órgão autárquico.
Os equívocos e
contradições são frequentemente vindos das bancadas da oposição. Nas lutas
político-partidárias sérias não são admissíveis todas as formas e posturas!
Acima de tudo tem que prevalecer aquilo em que se acredita, o rumo! As
agressões e demagogia enganadora são o último refúgio dos incompetentes!
É lamentável que
continuemos a ter políticos que não consigam elevar a nobre função que ocupam,
na representação de quem os elegeu.
Assistimos na última
reunião a um ataque ao executivo de câmara sobre a inexistência de apoio aos
atletas Márcio Neves e Valdo Neves, com um claro objetivo de aproveitamento
politico. No entanto, de uma forma elevada e digna, a família do
vice-presidente assumiu que enquanto tiver estas funções não queria qualquer
apoio da câmara. Mais interessante é perceber, quando se refere à junta de
freguesia de Marinhais, eu nada tem a dizer sobre a falta de reconhecimento e
apoio aos atletas filhos da terra.
Continuamos a assistir
ao vereador/candidato em permanentes comentários de maledicência e mentiras
sobre a vida interna do Bloco de Esquerda e da sua candidatura, com os muitos
independentes que fazem deste projeto ganhador e decisivo para a transformação
do concelho. Demonstra mais uma vez não estar à altura das responsabilidades,
mas, mais grave, é durante estes 4 anos de mandato não ter apresentado qualquer
projeto para o concelho, a não ser o de ocupar o poder.
Sr. Vereador candidato,
a democracia local teria muito a ganhar se procurasse contribuir com elevação
para o debate e se colocasse à altura da posição que vai ter neste ato
eleitoral.
Temos um candidato
vereador que entrou na última reunião pelo campo dos ataques pessoais demonstrando
não ter mais argumentos, mas o perigoso é saber se algum dia tivesse poder o
que não seria? Ao ponto de necessitar da presença permanente de um deputado
municipal que aproveita o espaço destinado ao público para colocar perguntas ao
executivo para vir na defesa do seu vereador. Interessante registar que na
assembleia municipal este mesmo PS impediu um vereador do BE de intervir a
pretexto de não ser o seu espaço institucional… afinal, que democracia defende
este PS?
Sobre a principal questão,
a das freguesias, tenho a comunicar a este órgão executivo que, a intervenção
produzida na última reunião de câmara pelo senhor vereador e candidato do PS é
falha de verdade e procura ser manipuladora da opinião pública.
Tecnicamente mau, não consegue ler corretamente a lei, pelo contrário, distorce uma lei que já é má para a tentar moldar aos seus próprios interesses. Tenta aproveitar as diferenças entre concelhos, ignorando que a Lei é geral e abstrata e não é diferente de concelho para concelho.
O critério desta lei
“mata freguesias”, do famigerado ex-ministro Relvas, foi dividir os concelhos
portugueses em três níveis, desenhando critérios por níveis.
Ora o concelho de Salvaterra de Magos, de nível 3 e com 6 freguesias, tal como outros municípios em situação equivalente, apresentados anteriormente pelo Bloco, tiveram resultados idênticos fruto da aplicação da lei
Ora o concelho de Salvaterra de Magos, de nível 3 e com 6 freguesias, tal como outros municípios em situação equivalente, apresentados anteriormente pelo Bloco, tiveram resultados idênticos fruto da aplicação da lei
A Lei de redução de freguesias, teve 3 propostas anteriores. A primeira, apresentada no chamado documento verde, a segunda, onde os municípios com menos de 3 freguesias não teriam de efetuar qualquer redução e, a última versão, curiosamente após a grande manifestação das freguesias portuguesas, que alterou de 3 para 4 a obrigação de reduzir freguesias, deixando fora da redução cerca de 1000 freguesias das 4000 existentes.
Em Salvaterra de Magos, temos um Vereador com a cobertura do Partido Socialista que assenta a suas convicções numa base da mentira e manipulação da opinião pública. Assim, vamos num mau caminho, senhor Vereador!
Mas os eleitores do nosso concelho estão atentos e saberão julgar os factos
na altura exata, reconhecendo quem falou verdade e defendeu todas as freguesias
do concelho sem qualquer distinção entre elas.
Diz o vereador candidato que são concelhos
diferentes e o referendo é inconstitucional. São muitos os constitucionalistas
que têm opinião diferente, nomeadamente o Prof. Jorge Miranda, com pode ser
visto no recente livro editado pela ANAFRE, “A
Reforma do Estado e as Freguesias”.
O PS de Salvaterra foi o primeiro e um dos poucos no País, sim, em todo o
território nacional, que se bateu pela extinção de freguesias do seu próprio
concelho. Assistimos a um
partido político que, a nível nacional, é contra a Lei e se opõe à sua aplicação,
mas, em Salvaterra, apressa-se a aplicá-la e a querer a redução de
freguesias. O PS de Salvaterra de Magos acabou com a freguesia e da Glória
do Ribatejo e Granho e foi decisivo para extinguir a dos Foros de Salvaterra e Salvaterra de Magos e
esse facto histórico ninguém lhe pode tirar. Salvaram uma freguesia!? Não,
mataram quatro!
Sr. Vereador o Direito era antes de Bolonha um curso de 5 anos, passando a
3 após Bolonha, no entanto em tempo algum ficou esse curso incluído no de
Engenharia Civil. Pelo que, deixe lá a LEI que parece não entender, até porque
o Direito é muito mais que a Lei e dedique-se à Engenharia, onde se
espera para o bem comum que tenha mais capacidades, das reveladas em matéria de
interpretação legislativa.
Os referendos locais são constitucionais, e o Tribunal Constitucional
aprecia as perguntas que podem ou não ser constitucionais. É que os referendos
locais são uma faculdade conferida pela Constituição da República Portuguesa e
pela Lei dos Referendos, pelo que não podem ser, obviamente,
Inconstitucionais!
Sr. Vereador, mais o informo que a Carta
Europeia da Autonomia Local, tratado internacional ao qual Portugal aderiu e se
encontra vinculado, e que exige, no seu artigo 5.º: "As autarquias
locais interessadas devem ser consultadas previamente relativamente a qualquer
alteração dos limites territoriais locais, eventualmente por via de referendo,
nos casos em que a lei o permita.” E
em Portugal existe uma lei precisamente para ornar os referendos locais
possíveis.
Não se esqueça que, houve antes da manifestação das freguesias uma proposta
de Lei de agregação das freguesias e depois outra que veio a entrar em vigor
(ainda que, com a mesma designação). A diferença é simples. Na primeira e se fosse aplicada (mas
nunca entrou em vigor) perdíamos como os outros concelhos nas mesmas condições
do nosso 3 freguesias, na que entrou em vigor perdíamos e perdemos 2!
Em Salvaterra de Magos dizemos não à mentira e à manipulação da
população.
Quanto ao Bloco estamos com consciência tranquila, lutámos contra a
extinção de todas as freguesias e pela unidade de todos os munícipes,
independentemente da sua freguesia, e apelámos à participação conjunta de todas
e todos pela unidade que esta luta exigia. Foi assim quando lutámos numa
primeira fase (documento verde) contra a extinção da freguesia de Marinhais, quando
propusemos uma posição conjunta de todas as freguesias, quando propusemos um abaixo-assinado
conjunto de todas as freguesias e recolheu assinaturas suficientes que obrigou
a assembleia da república a debater a extinção das freguesias no nosso
concelho.
Estivemos junto das populações quando fizemos sessões públicas em todas as
freguesias e ouvimos a população e na concentração de protesto pela aprovação
da lei. Cumprimos a promessa de apresentar a proposta de consulta da população
sobre a alteração do mapa de freguesias e não desistimos pela defesa de todas
as freguesias, com moções, propostas e intervenções na assembleia de república e
nos órgãos do nosso concelho.
Mas a luta continua e num novo quadro legislativo a população do concelho
de Salvaterra de Magos pode contar com a proposta e luta pela reposição das
freguesias extintas, é esta a nossa promessa e todas e todos sabem que podem
contar connosco.
Luís Gomes
Salvaterra de Magos, 05 de Junho de 2013
Protesto contra a austeridade juntou mais de cem cidades na Europa
Milhares de pessoas participaram nas manifestações
"Povos Unidos Contra a Troika", a primeira iniciativa de convergência
nas ruas do protesto europeu contra a austeridade. Em Portugal, a demissão do
Governo foi outra das reivindicações dos manifestantes.
Lisboa, Madrid, Barcelona e Frankfurt foram as cidades
onde o protesto se ouviu com mais força. Milhares de pessoas saíram às ruas
para reclamar o fim da política de austeridade na Europa e da chantagem
financeira sobre os cidadãos e exigindo mais democracia contra a ditadura dos
mercados. Na cidade que acolhe a sede do Banco Central Europeu, a polícia
atacou o cortejo da manifestação, dividindo-o e cercando uma parte dos manifestantes,
o que deu origem a confrontos e detenções. Uma exceção à regra das mais de cem
cidades onde o protesto decorreu de forma pacífica.
Madrid e Barcelona também juntaram milhares de pessoas
nas manifestações "Povos Unidos Contra a Troika", um protesto que
teve lugar noutras cidades do Estado espanhol. As críticas desta "Maré
Cidadã" aos cortes da austeridade e ao resgate dos bancos juntaram
sindicatos, associações e coletivos de luta contra os despejos ou de cidadãos
burlados pelos bancos agora resgatados com dinheiros públicos. Em Madrid, os
manifestantes cantaram a Grândola Vila Morena junto à representação da Comissão
Europeia, uma música também entoada no protesto em Paris, convocado por
iniciativa das delegações do Bloco de Esquerda, Syriza e Juventud Sin Futuro em
França e apoiado por dezenas de coletivos e associações.
Em Portugal, as manifestações juntaram milhares de
pessoas em Lisboa e Porto e algumas centenas nas restantes dezoito cidades, com
uma presença forte de reformados. A exigência da demissão do Governo foi
unânime em todas as localidades onde o protesto ocorreu, quer nas palavras de
ordem entoadas pelos manifestantes, quer nas intervenções das assembleias
abertas nas concentrações, referindo também o apelo à participação na greve geral
de 27 de junho.
Luís Gomes
Salvaterra de Magos, 05 de Junho de 2013
EPSM
Fomos premiados (600euros) no ciência
viva, pela apresentação e conceção do documentário sobre a cultura
aviera.
Terça-feira, dia 4 de junho, às 14h30, no Cine
Teatro da Chamusca, realizou-se a cerimónia de entrega de prémios da terceira
edição do projeto “Escolas Amigas da Água”, uma parceria da Quercus e da Águas
do Ribatejo. As instituições de ensino vencedoras foram o Centro Escolar de
Riachos, Torres Novas e Escola Profissional de Salvaterra de Magos. Ainda foi
atribuída a menção honrosa à Escola EB1/JI da Chamusca.
Ao longo do ano letivo, foi proposto às escolas
participantes que desenvolvessem diversos trabalhos e atividades com o objetivo
de sensibilizar para a temática da eficiência hídrica. A escolha da escola
vencedora teve como base três critérios essenciais: a redução do consumo de
água na escola; o efeito multiplicador das medidas implementadas na comunidade
escolar e a criatividade dos trabalhos realizados.
As escolas vencedoras receberam uma bandeira
“Escolas Amigas da Água” e uma peça exclusiva alusiva à água concebida pela
Aguas do Ribatejo, e 70 economizadores de água para as torneiras, o que
permitirá reduzir o consumo em 390 m3/ano e a poupança de 860€/ano. Esta oferta
é possível pelo donativo da empresa Ecofree.
Sobre o Projeto
A Quercus, em parceria com a Águas do Ribatejo
EM,SA, desenvolveu durante ano letivo 2012/13, a terceira edição do projeto
“Escolas Amigas da Água” em seis escolas, abrangendo cerca de 620 alunos.
Entre as diversas atividades desenvolvidas
pelas escolas participantes incluem-se a elaboração de:
·Gravações
de músicas;
·Concurso
de fotografia;
· Leitura
de histórias e posterior elaboração de trabalhos manuais sobre o tema;
· Maquetas que representam o ciclo da água;
· Promoção de conferências e workshops sobre o uso racional da água;
· Exposições dos trabalhos realizados.
· Maquetas que representam o ciclo da água;
· Promoção de conferências e workshops sobre o uso racional da água;
· Exposições dos trabalhos realizados.
Luís Gomes
Salvaterra de Magos, 05 de Junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
O PS que nos resta!
Admiráveis (ou talvez não!) foram as felicitações do vereador do Partido Socialista e candidato, Eng.º Hélder Esménio, para com o povo da Glória do Ribatejo pela celebração dos 20 anos de "passagem a vila", quando o próprio (juntamente com o PS) teve um contributo decisivo na extinção desta freguesia!
O Bloco de Esquerda lamenta a hipocrisia com que o PS de Salvaterra de Magos e o seu candidato à câmara municipal, Hélder Esménio, congratula as gentes da freguesia da Glória do Ribatejo pelos 20 anos de passagem a vila, quando o seu esforço tão dedicado e aliás bem sucedido, há bem pouco tempo, para acabar com esta freguesia.
Coordenadora do Bloco de Esquerda de Salvaterra de Magos
Salvaterra de Magos, 27 de Maio de 2013
Dia 1 de Junho - Concentração em Santarém
Santarém continuará a marcar presença na luta social. No próximo dia 1 de junho, às 16h, realizar-se-á um protesto integrado no movimento “povos unidos contra a troika”.
O protesto / concentração está marcado para a Rua Comendador Landislau Teles Botas, em frente ao Centro de Saúde de S. Domingos, e poderá ter percurso se a adesão o justificar.
A degradação do serviço público de saúde, imposta pelas políticas da troika/governo, será o mote desta iniciativa. Em breve enviaremos um comunicado.
Consulta e usa o evento para convidares os teus amigos: https://www.facebook.com/events/105681862971138/?ref=22
PARTICIPA E DIVULGA
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Escola Profissional de Salvaterra de Magos
1. As escolas, até ao presente momento, continuam sem
qualquer tipo de informação por parte da tutela sobre a distribuição de oferta
formativa para ano 2013/2014. Esta situação é apenas pseudo normal, quando comparada
ao ano anterior.
2. As novas oportunidades já terminaram, no entanto o
nascimento dos novos centros ainda não aconteceu…
3. A EPSM já deu início as divulgações em escolas e
outras entidades que tenham solicitado esclarecimentos sobre a escola. Estamos
a trabalhar com base na oferta formativa que disponibilizamos no ano transato.
4. As formações modulares decorrem dentro da
normalidade. Prevemos cumprir com as metas a que nos propusemos.
5. No âmbito das parcerias internacionais vigentes,
uma comitiva constituída por alunos e professores de hotelaria da EPSM
deslocou-se a Itália-Nápoles para um concurso internacional de sabores
mediterrânicos.
6. Tem sido um êxito alocar estágios para os nossos
alunos. As situações estão no bom caminho, no entanto, as restrições
financeiras das famílias têm sido as nossas maiores preocupações, em particular
para os alunos de hotelaria, que na sua larga maioria estagia a largas
dezenas/centenas de quilómetros de casa. Privilegiámos, para os alunos provenientes
de famílias carenciadas, estágios onde lhes são concedidas graciosamente
dormida, comida e, em alguns casos, uma remuneração.
7. No dia 22 de maio terá lugar o dia da inauguração
da FICOR- Coruche. A convite da autarquia local, iremos estar presentes,
promovendo num show-cooking os sabores do montado. O objetivo da nossa
participação é garantir uma degustação destes sabores, podendo simultaneamente
colocar material de divulgação da própria escola (roll-up/folhetos) no espaço
destinado para o efeito.
8. Decorreu, no dia 2 de maio, no auditório da EPSM,
um colóquio, dirigido pelo Serviço da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional
Republicana, de sensibilização sobre prevenção de incêndios. Sendo
Portugal um dos países da europa mais afetado pelos incêndios florestais nos
últimos anos, esta ação teve a intenção de alertar para a importância da adoção
de procedimentos preventivos sobre o uso do fogo, a limpeza e remoção de matos
e a manutenção das faixas de proteção.
9. No dia 24 de abril formalizou-se, no auditório a
Escola Profissional de Salvaterra de Magos, a assinatura do protocolo entre
esta escola e a DECO. A EPSM é agora uma Escola DECOJovem. Trata-se de um
projeto promovido pela DECO que tem como objetivo ser uma estrutura de apoio, fonte
de informação e formação, centro de recursos e um sítio para divulgar os
projetos na área da Educação do Consumidor. Antes da cerimónia de assinatura do
protocolo decorreu um colóquio dirigido aos jovens estudantes sobre Literacia
Financeira.
10. As turmas dos 12.ºs anos assistiram, na EPSM, no
dia 22 de abril, a uma sessão de esclarecimento sobre programas de apoio ao
emprego e estágios profissionais. A iniciativa, que consideramos importante
para os alunos finalistas da escola, contou com a presença de técnicos do
Centro de Emprego de Salvaterra de Magos.
11. Assinalámos o Dia Mundial do Livro e dos Direitos
de Autor com a iniciativa intitulada “Livros & Conversas Poéticas”. Além da
divulgação dos resultados do Concurso de Poesia trilingue, organizado pela
escola junto da sua comunidade educativa, esta cerimónia de homenagem aos
livros, às leituras e à poesia contou com a presença de três poetisas: Alice Calçada,
Gabriela Rangel e Piedade Salvador. O objetivo desta iniciativa, que
possibilitou a escrita de poemas em português, inglês e francês, foi criar e
consolidar hábitos de leitura e de escrita, dinamizar a criatividade, promover
a poesia como género literário e valorizar a expressão literária.
12. No âmbito do 1º Cruzeiro Religioso em
honra de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo, fomos contactados pelo
IPSantarém, a fim de podermos reunir para discutir a nossa participação.
Solicitam um serviço de hotelaria gratuito aquando da chegada das
embarcações ao Escaroupim, dia 27 de Maio. Esta reunião, em princípio, será
amanhã e envolverá a Câmara de Salvaterra.
Luís Gomes
Salvaterra
de Magos, 22 de Maio de 2013
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