quarta-feira, 7 de maio de 2014
MARISA MATIAS VISITA O
DISTRITO DE SANTARÉM
Marisa Matias, eurodeputada e candidata às próximas eleições europeias,
visita o distrito de Santarém, no próximo dia 12 de Maio, segunda-feira.
Esta deslocação integra várias iniciativas e insere-se na campanha
eleitoral para as eleições para o Parlamento Europeu, em 25 deste mês.
A visita começará por Salvaterra de
Magos, onde, pelas 15.30h, visitará a Escola Profissional e terá um
encontro com alunos e professores daquele estabelecimento de ensino. Com eles
debaterá a situação política, ouvindo os seus problemas
Às 19.00h, Marisa Matias reunirá com uma delegação da plataforma
ambientalista ProTejo, no Parque de Merendas de Vila Nova da Barquinha, mesmo ao lado do rio Tejo. Ocasião para
conhecer as graves ameaças ambientais à bacia e ao curso do principal rio da
região e do país.
Finalmente, a partir das 21.15h, na Sociedade Nabantina, em Tomar, Marisa Matias será oradora numa
festa-comício em que apresentará as principais propostas do BE para estas
eleições.
João Semedo, coordenador nacional do BE será outro dos oradores nesta
iniciativa que contará ainda com a participação musical de Carlos Mendes.
Convidamos a comunicação social da nossa região acompanhar esta jornada.
Santarém, 6 de Maio de 2014
A Coordenadora Dist. de Santarém do BE
terça-feira, 29 de abril de 2014
Moções propostas e aprovadas por unanimidade pelos eleitos do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos em 29 de Abril de 2014
Moção
DEFENDER ABRIL,
PROSSEGUIR EM MAIO E SEMPRE!
Na véspera do 35º Congresso do PSD, realizado em Fevereiro do
presente ano, o líder da bancada parlamentar afirmou em entrevista que “a vida das pessoas não está melhor mas o
país está muito melhor”.
Vamos aos factos:
- A dívida pública
atingiu 213,6 mil milhões de euros; 8771
milhões a mais do que em 2012 segundo dados divulgados pelo Banco de
Portugal; o rácio da dívida pública em percentagem do PIB tem vindo a aumentar
ao longo dos últimos anos e passou de 108,3% em 2011 para 124,1% em 2012 e para
129% em 2013.
- A taxa do desemprego
atingiu nos finais de 2013, 15,3% e Portugal continua a ter um nível de
desemprego muito superior ao da União Europeia (10,6%) e ao da zona euro (11,9%).
A taxa do desemprego jovem atinge os 35% sendo que, comparada com outros
países, Portugal tem uma taxa média superior à média da zona euro (23,5%) e da
União Europeia (22,9%).
- O Governo cobra cada
vez mais e distribui cada vez menos: IRS subiu 35,5%, custo de vida 20% mas os apoios caem 7%; os novos dados da Segurança Social deixam evidente
o caminho que tem sido implementado e assim entre Janeiro de 2013 e Janeiro de
2014, a rede de segurança do Estado foi alvo de mais cortes ajudando cada vez
menos gente, isto apesar de os impostos sobre os cidadãos que financiam esta
rede de segurança serem cada vez mais elevados – só a receita de IRS aumentou 35,5% em 2013.
- Em relação a Janeiro
de 2013, a rede de proteção da economia continuou em queda em 2014: os 416 mil
desempregados que recebiam apoio do Estado (subsídio, subsídio social ou
prolongamento do subsídio social) passaram a ser 338,3 mil, uma redução de
6,68%. Mais de 438 mil desempregados não têm qualquer apoio do Estado e aqueles
que ainda têm direito a uma prestação, se no início de 2013 o valor médio
mensal do subsídio era de 510,2 euros, no início de 2014 foi reduzida para 470
euros o que diminui 40 euros mensais, significando assim um corte de um mês no
valor recebido num ano. Os apoios aos desempregados foram reduzidos de 203
milhões mensais para 182 milhões.
- Ao nível do RSI
(Rendimento Social de Inserção) o total de beneficiários caiu 18,7% nos 12
meses terminados em Janeiro deste ano, havendo agora 228 mil pessoas a receber
um RSI médio de 88 euros.
- Em 2010, 2,3 milhões
de famílias (48% do total) recebiam menos de 10 mil euros. Em 2012 eram já 3
milhões (66% do total).
Empobrecer rapidamente e em força! É a política do governo: em apenas 2
anos o total de famílias em Portugal que ganham menos de 10 mil euros brutos
por ano disparou 33,1%. Em 2010, ganhavam menos de 715 euros brutos mensais –
considerando 14 meses – 2,28 milhões de famílias mas em 2012 eram já 3,04
milhões de agregados abaixo daquele limiar.
- O risco de pobreza da população portuguesa aumentou entre 2011 e 2012,
atingindo 18,7% da população, ou seja, quase 2 milhões de pessoas. Os dados
constam do mais recente inquérito às Condições de Vida e Rendimento do
Instituto Nacional de Estatística, divulgados em Março e que apontavam para um aumento
de oito pontos percentuais em relação a 2011. Não havendo valores relativos a
2013 os indicadores de pobreza apontam no sentido do agravamento.
É neste contexto social que
iremos comemorar 40 anos do 25 de Abril, revolução da liberdade e da luta por
uma vida melhor e mais digna. Nada voltou a ser como dantes desse dia cheio de
alegria que animou o coração da maioria dos portugueses que acreditaram ser
possível a conquista de direitos que nunca tinham alcançado.
Muitas conquistas foram
obtidas com grande empenhamento, determinação e coragem. Aprendemos a viver em
democracia e assim foi possível concretizar na Constituição da República
Portuguesa, direitos fundamentais que têm vindo a ser atacados e destruídos por
quem nunca soube o que era lutar pelo direito ao trabalho, à saúde, à segurança
social, pelo salário mínimo, férias e subsídio de Natal, melhores contratos
coletivos de trabalho, direitos específicos para as mulheres.
Acreditamos que “só haverá LIBERDADE a sério quando
houver a paz, o pão, habitação, saúde, educação; só há LIBERDADE a sério quando
houver liberdade de mudar e decidir, quando pertencer ao povo o que o povo
produzir”.
Agricultores, estudantes,
militares, forças de segurança, trabalhadores das autarquias locais,
aposentados e reformados, são alguns daqueles que demonstraram na rua a defesa
de direitos alcançados, que continuam a acreditar num presente e num futuro com
dignidade e saberemos encontrar as respostas necessárias e indispensáveis para
contrariar a política atual.
DEFENDEMOS ABRIL, PROSSEGUIREMOS EM MAIO E SEMPRE!
A Assembleia
Municipal de Salvaterra de Magos, reunida em Sessão Ordinária de 29 de Abril de
2014, delibera:
- Saudar a Revolução do 25 de Abril e os avanços sociais, económicos e
políticos que foram alcançados;
- Saudar os valores e princípios consignados na Constituição da
República Portuguesa;
- Saudar a Democracia Local e a luta das populações em defesa das
Freguesias;
- Saudar o 1º de Maio, em defesa do direito ao trabalho e de condições
de vida com dignidade;
- Exortar à participação dos cidadãos nas comemorações do 1º de Maio e
no prosseguimento da luta pelo derrube do governo e pela realização de eleições
legislativas antecipadas, condição indispensável para um futuro com paz, pão,
habitação, saúde, educação e justiça.
Os
eleitos do Bloco de Esquerda
Nota. No caso da presente
Moção ser aprovada, deverá se enviada uma cópia para:
- Presidente da República
- Presidente da Assembleia
da República
- Grupos Parlamentares da
Assembleia da República
- Primeiro-ministro
- Ministros da Saúde,
Finanças, Economia, Educação e Ciência, Agricultura, Defesa, Trabalho e
Solidariedade Social
- Presidente da Câmara
Municipal de Salvaterra de Magos
- Órgãos de comunicação
social
MOÇÃO
As freguesias têm desempenhado um papel fundamental, quase sempre ignorado
pelos sucessivos governos, na organização administrativa do território. Como
elo mais próximo de ligação entre a cidadania e o Estado, com a sua
representatividade política e democrática, muito contribuem para a resolução de
problemas locais e para a defesa dos interesses de cada comunidade.
Apesar das anunciadas novas competências e melhorias no funcionamento das
autarquias, a Lei nº 75/2013, aprovada apenas com os votos favoráveis do PSD e
CDS/PP, não está a aproximar mais as populações, nem a facilitar a participação
pública na vida autárquica nem a racionalizar procedimentos e custos. Persiste
e agrava-se a centralização da gestão do território.
A falta de qualidade da legislação autárquica aprovada em Setembro último ficou
bem patente no despacho “interpretativo uniforme” sobre 19 questões que o
governo se viu forçado a fazer. Só passaram 6 meses após a aprovação da Lei nº
75/2013, mas é grande a confusão nas autarquias e a população que assiste às
reuniões das freguesias não vê melhorias no funcionamento dos órgãos
autárquicos.
Perante uma situação em que as freguesias se confrontam com novas e maiores
dificuldades para a concretização das suas atividades em prol das populações, o
último Congresso da Associação Nacional de Freguesias (Anafre) realizado em fins
de Janeiro com a presença de mais de 800 delegados, manifestou a sua
discordância com a agregação/extinção a que foram sujeitas mais de 1.000
freguesias e defendeu, entre outros pontos, que seja clarificada a partilha de
competências entre municípios e freguesias.
Assim, a Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos, reunida em 29 de Abril
de 2014, tendo em conta a importância decisiva das freguesias para o
desenvolvimento equilibrado das vilas e valorizando as tomadas de posição da
Anafre, DEFENDE:
1 – a alteração da Lei nº 75/2013 de
12 de Setembro que estabelece o regime jurídico das autarquias locais, com
vista a um efetivo alargamento das atribuições e competências da administração
local;
2 – uma
justa atribuição de recursos financeiros às autarquias, que permita a adequada
concretização das suas responsabilidades para com a população local
Os Eleitos
do BE
(A remeter à Assembleia da Republica e Grupos
Parlamentares, Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, Assembleia Municipal de
Salvaterra de Magos e Comunicação Social)
Intervenção dos eleitos do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal comemorativa dos 40 anos do 25 Abril
Discurso no 25 de
Abril, na Sessão Solene da Assembleia Municipal Extraordinária de Salvaterra de
Magos
Sr. Presidente da Assembleia
Municipal de Salvaterra de Magos
Sr. Presidente da Câmara
Municipal de Salvaterra de Magos
Senhores Vereadores
Senhores Deputados
municipais
Senhoras e senhores
autarcas
Autoridades Civis e
militares
Senhoras e senhores
convidados
A toda a população
Comunicação social
O levantamento militar
do dia 25 de Abril de 1974 derrubou, num só dia, o regime político que vigorava
em Portugal desde 1926, sem grande resistência das forças leais ao governo, que
cederam perante o movimento popular que rapidamente apoiou os militares. A
revolução dos cravos originou o levantamento conduzido pelos oficiais
intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que
tinham participado na Guerra Colonial. Esta revolução devolveu a liberdade ao
povo português.
Saúdo os que nunca
desistiram de lutar por um país livre, durante os 48 anos da ditadura cujo fim
hoje celebramos. Foram homens e mulheres das mais variadas ideias e tendências
que, em muitos casos, pagaram com a própria vida a sua entrega à luta pela
democracia, pela liberdade, pelo progresso, pelo fim da guerra colonial.
A propósito, evoco
também aqui a luta dos movimentos de libertação das colónias, tantas vezes
esquecidos. Ao defenderem a independência dos seus países, contribuíram
decisivamente para a queda do regime que oprimia o povo português.
Saúdo, muito em
particular o movimento dos capitães, decisivo no 25 de Abril de 74. No momento
e na hora certa --- com coragem e generosidade --- esses militares
desobedeceram à hierarquia militar fiel ao regime fascista, desarticularam o aparelho
repressivo e abriram as portas a um pujante movimento popular.
A democracia deve
muito a estes militares, como Salgueiro Maia, a quem um primeiro-ministro, hoje
presidente da República, viria depois a recusar uma pensão. Mas deve também
muito ao povo que, em 25 de Abril, desobedeceu à ordem para se fechar em casa e
que, juntando-se aos militares, foi decisivo para transformar um golpe militar
numa verdadeira revolução.
Saúdo também os
munícipes que participaram e contribuíram para este dia tão importante para
Portugal.
José Saramago escreveu
que “nenhum dia é festivo por ter já nascido assim: seria igualzinho aos outros
se não fôssemos nós a fazê-lo diferente”.
O dia 25 de Abril de
1974 não nasceu “inteiro e limpo”, para usar o verso de Sophia: foram os militares
do MFA e o povo que a tornaram inteiro e limpo, quando pegaram em armas,
ocuparam as ruas, varreram a velha opressão, derrubaram o regime.
Neste 40º aniversário
do 25 de Abril, celebramos também e de uma forma muito especial os 40 anos do poder
local democrático. A nossa comunidade assume democraticamente o poder local no
concelho e nas freguesias, elege os seus representantes, escolhe quem dirige as
autarquias e deve ser a sua voz. Antes, não era assim.
O 25 de Abril
inscreve-se perfeitamente na lapidar frase de Saramago: é válida para todos os
tempos, mesmo para os tempos actuais. Se, há 40 anos, jovens militares e o povo
fizeram um dia inteiro e limpo --- vamos ter de fazer diferentes, também
inteiros e limpos, os novos dias ainda por viver.
Hoje, apesar em
democracia formal, vivemos sob a ditadura dos credores e da austeridade. O
regime austeritário combina a austeridade
com o autoritarismo, corrói os fundamentos da sociedade e do estado democrático.
Salários, pensões,
serviço nacional de saúde, escola pública, tribunais, finanças, direitos
laborais, empresas públicas, democracia local, tudo --- mas tudo! ---- o que
são conquistas de Abril está na mira dos homens sem rosto da finança e de um
governo mentiroso, servil, sem política própria, sem rumo, nem dignidade.
Diziam-nos que a
austeridade serviria para reduzir o défice e a dívida, para recuperar a
economia e o emprego. Se eram esses os objectivos, falharam: a dívida pública é
a maior de sempre, vamos em 3 anos de recessão, aumentou o desemprego, emigram
centenas de milhares de portugueses, a oferta de serviços públicos recuou como
nunca. O país está mais pobre e continua a afundar-se, sem perspectiva de recuperação.
As notícias sobre a
recuperação não passam de inconsistente e efémera fumaça pré-eleitoral. Rapidamente
levarão o destino das promessas de que não haveria cortes de salários, nem
aumentos de impostos.
Hoje, temos pela
frente o nosso próprio e grande desafio: reestruturar a dívida externa e
recusar mais austeridade, mesmo depois da saída da próxima tróika, quando a
austeridade passar a ser ditada por um Tratado Orçamental Europeu, nunca referendado
pelo povo português. Nunca haverá saídas limpas pelas mãos dos responsáveis
pelo resgate financeiro, nem comprometidas com o Tratado Orçamental.
O respeito pelos que
lutaram anos a fio pelo generoso movimento dos capitães, pelo impetuoso
movimento popular que arrancou conquistas avançadas --- o respeito, enfim por
nós próprios, como povo --- impõe-nos hoje, tal como em 25 de Abril, novas
desobediências.
Nos dias festivos que
nos falta fazer haverá respeito por quem trabalha, haverá salários e reformas
justas. Haverá serviços públicos capazes, na saúde, na educação, nos
transportes. Não acabarão com municípios, nem freguesias, contra a vontade das
populações. Nos dias festivos que nos falta fazer respeitar-se-ão, antes de
mais, os contratos com o povo português.
O exercício do voto
pode contribuir para tornar mais próximos os dias em que, por vontade do povo, faremos
novos dias festivos, porque inteiros e limpos.
Não podemos
desperdiçar a “arma” do voto que tanto custou a ganhar, ficando em casa nas
próximas eleições.
Há escolhas por que todos
e todas são responsáveis: austeridade ou salários e pensões dignos; serviços
públicos ou negócios privados; investimento e emprego ou alimentar uma dívida
impagável; desenvolvimento ou recessão; democracia ou ditadura dos credores.
Nenhum de nós pode
fugir às escolhas difíceis que nos são impostas.
Em nome da liberdade
que hoje comemoramos, é hora de juntar vozes, vontades e lutas.
Viva o 25 de Abril!
Viva a Liberdade!
Viva o Concelho de
Salvaterra de Magos!
Viva Portugal!
Os eleitos do Bloco de
Esquerda na Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Reunião de Câmara Municipal de 16 de Abril de 2014
Notas sobre a última reunião de
câmara
Na
última reunião de câmara fomos confrontados com um conjunto de procedentes que
gostaríamos de assinalar e acima de tudo manifestar que estaremos atentos a
futuras reuniões de câmara, manifestando que os mesmos sejam permanentes no
mandato em curso. Estamos a falar da possibilidade do público intervir em
reuniões extraordinárias. O regimento é omisso e a lei não é clara, a maioria
dos juristas tende a manifestar o impedimento de intervenções do público. No
entanto, para o Bloco de Esquerda é fundamental a participação dos munícipes de
uma forma livre e democrática em todas as reuniões de câmara de todas e todos
que assim o desejem, neste sentido e aberto este precedente, ele deve ser seguido
em todas as reuniões de câmara extraordinárias do mandato em curso.
O
mesmo no que se refere às declarações de voto, lamentando que o vereador da CDU
com a cobertura da maioria do Partido Socialista tenha aproveitado esta
declaração de voto para intervir sobre uma matéria que não estava em debate e
assim atacar mais uma vez a anterior gestão do Bloco. Estaremos atentos a este
precedente, até porque já fomos impedidos de exercer esse direito.
Manifestar
igualmente algumas dúvidas sobre a legalidade da substituição do
vice-presidente (vereador com pelouros), mas acima de tudo com a legalidade de
ser substituído por o adjunto da presidência. Manifestando que para o Bloco de
Esquerda as deliberações tidas na respectiva reunião não estão em causa, mas
deve-se no entanto acautelar futuros actos idênticos e precaver o cumprimento
legal dos mesmos.
Por último referir que lamentamos as palavras
dirigidas pelo Presidente de Câmara a um ex. vice presidente do Bloco,
nomeadamente quando afirmou “…ter fugido do país e da gestão autárquica …”.
Facto lamentável porque o próprio não estava presente para se pronunciar,
porque Cesar Peixe foi um vice-presidente que exerceu as funções com uma
correção invejável e respeitador permanente de todas e todos desta casa. Porque
estas palavras preferidas foram a pretexto do desporto, demonstrando uma total
incessibilidade por um grande nome do desporto nacional que foi Cesar Peixe e
um grande orgulho para o nosso concelho. Por último, porque desrespeitou
gerações de emigrantes que se viram obrigados a emigrar para encontrar melhores
condições de vida, particularmente a esta recente geração de jovens emigrantes
que se viram excluídos da vida do nosso país por políticas levadas a cabo por
governos do PS e PSD.
Por
último gostaríamos igualmente de assinalar a declaração já esperada do
vice-presidente em funções, pela sua correção, elevação e dignidade, no entanto
informamos o Sr. vice-presidente ausente da reunião em causa, que somente
questionamos a sua ausência pelo facto do agendamento da reunião extraordinária
ser feita para os três dias em que estava de férias, quando ela poderia ser
perfeitamente adiada um dia ou antecipada um dia e assim estar presente nesta
reunião, que como todos sabemos, é agendada para a data que o presidente assim
entender, logo temos toda a legitimidade para fazermos uma leitura politica
sobre esse agendamento.
Declaração de voto da CDU
Como
já referimos o vereador da CDU preferiu numa declaração de voto da reunião de
câmara anterior afirmações que consideramos de extrema gravidade. Já
assinalamos a particularidade desta declaração de voto e o seu precedente,
completamente fora do tema em debate e facilmente se compreende esta
cumplicidade da maioria, no entanto a gravidade do seu conteúdo é que é
lamentável. Nesse sentido deploramos o facto de o vereador ter afirmado que a compra
dos terrenos da zona industrial de Muge terem sido adquiridos acima do valor da
sua avaliação, o que significa que para o Sr. Vereador da CDU a maioria do
Bloco tirou proveito próprio dessa compra ou deu proveito a terceiros.
Lamentamos tal insinuações, num contexto em que não tínhamos direito a resposta
(declaração de voto) e estranhar que aquando desta decisão a CDU não ter
procedido a uma queixa deste suposto crime junto das instâncias próprias como
era o seu dever. Perante tais acusações sugerimos que deem procedimento a estas
acusações junto das instâncias próprias. Para o Bloco de Esquerda é inaceitável
e não pactuamos com favores directos ou indirectos dos eleitos, manifestando no
entanto a nossa total confiança nos eleitos do Bloco.
Comissão da Assembleia Municipal
Gostaríamos
de mais uma vez lamentar a camuflada decisão de unidade e pluralidade proposta
pelo Partido Socialista na assembleia municipal ter sido mais uma vez quebrada.
Denunciamos na altura própria da total manipulação da iniciativa sobre saúde e
questões sociais, afirmando que não aceitávamos factos consumados e ser
figurantes de jogadas de bastidores do PS. Facto esse, que se voltou a repetir
sobre a temática dos festejos dos 40 anos do 25 abril, mais uma vez fomos
confrontados com factos consumados. Assinalamos mais uma vez que estamos disponíveis
para um debate claro, transparente e democrático e não pactuamos com manipulações
de democracia e da participação livre e autónoma do Bloco de Esquerda em todas
as iniciativas propostas no âmbito da assembleia municipal.
Iniciativa do Bloco de Esquerda
sobre Saúde
Informamos
que o Bloco de Esquerda vai levar acabo no dia 8 de Maio pelas 21.00 horas uma sessão
pública sobre saúde, intitulada, Cancro: causas, prevenção, rastreio e tratamento,
na Casa do Povo da Glória do Ribatejo. São convidados, médico, deputado e
coordenador do BE João Semedo, Dr. Jorge Espirito Santo, médico oncologista e
Rogério Monteiro, porta-voz da comissão de utentes de saúde do concelho de
Salvaterra de Magos. Esta iniciativa vem no seguimento da moção apresentada
pelo Bloco neste órgão e dos indicadores elevados de falecimento com doenças
oncológicas na Glória do Ribatejo e das possíveis inferências provocadas pela
instalação da RARET na freguesia.
Encerramento das piscinas na Páscoa
A
maioria decidiu este ano manter as piscinas abertas no fim-de-semana da páscoa
contrariamente ao habitual. Gostaríamos de saber qual foi a avaliação tida em
conta para manter este equipamento a funcionar num período de pouca frequência
e num contexto de deslocações familiares para festejos desta data religiosa.
Pois estamos a falar, provavelmente do único fim-de-semana anual que os
trabalhadores das piscinas tinham disponíveis para estarem com as suas
famílias, mas acima de tudo a justificação de manter em funcionamento um
equipamento com custos muito elevados para a utilização reduzida nesta época
religiosa, considerando a rentabilização dos recursos da câmara que todos temos
que acautelar.
Anulação do concurso de iluminação
do centro escolar de Marinhais
Fomos
informados de uma suposta anulação do concurso de iluminação do Centro Escolar
de Marinhais. Gostaríamos de saber se este facto é real? Se sim, porquê? Porque
este executivo não foi informado? E a que empresa foi feito o ajusto directo?
Centro Escolar de Salvaterra de
Magos
Apelamos
a uma atenção especial por parte da maioria para a necessidade de manutenção do
Centro Escolar de Salvaterra de Magos. Nomeadamente para a limpeza das suas
instalações, no que se refere ao recinto exterior e à mudança da areia do
parque, já pedida há algum tempo. A agilização dos serviços de forma a combater
a burocratização na relação dos pais com a Câmara Municipal. Por último à
necessidade de reforço dos recursos humanos para o normal funcionamento deste equipamento.
BLOCO DE ESQUERDA DEFENDE BALDIOS
A maioria PSD/CDS prepara o maior ataque desde o 25 de Abril aos
baldios, através de projeto de lei apresentado na AR. Se este projeto vier a
ser aprovado, os baldios passarão a constituir bens privados, convertendo os
meios de produção comunitários em meios de produção do sector privado.
Os baldios são terrenos comunitários, como previsto na
Constituição. Bens de natureza coletiva, usados e fruídos pelos moradores de
determinada freguesia, freguesias, ou de parte delas. Não são apropriáveis por
cada um dos compartes, não são alienáveis, nem objecto de outros negócios
admissíveis pelo direito privado, nem objeto de aquisição por usucapião.
Os baldios sempre foram e são importante fonte de riqueza para a
vida das suas comunidades.
Durante o chamado Estado Novo, sobretudo desde o final dos anos
40 até meados da década de 60, foram inúmeras as tentativas de acabar com esta
propriedade comunitária. Os baldios foram atacados pelos Serviços Florestais do
Estado salazarista, com expulsão violenta dos povos, privados do seu uso.
A ocupação à força dos baldios pelos Serviços Florestais
contribuiu significativamente para o empobrecimento das populações rurais do
norte e do centro do país, para o despovoamento de número significativo de
aldeias e para a emigração forçada nas décadas de 1960 e 1970. As estatísticas
da altura refletem a quebra significativa do gado caprino e ovino, que era o
que mais pastava nos baldios, essencial para as pequenas economias locais.
A resistência dos povos à espoliação e à cobiça da privatização sempre
foi tenaz e com assinalável eficácia sobretudo no norte e no centro do país. As
primeiras lutas organizadas ocorreram mesmo antes do 25 de Abril.
Imediatamente depois do 25 de Abril, os povos exigiram ao
primeiro Governo provisório a restituição dos baldios a que tinham e têm
direito. Surgiram então, no início de 1976, medidas legislativas de restituição
aos povos dos baldios que sempre foram seus e de que o Estado Novo os havia
desapossado.
Atualmente, a evolução tecnológica tem permitido outros usos
agrícolas e florestais, sendo a instalação de parques eólicos importante fonte
de riqueza para os povos dos baldios, que os gerem com base em princípios
democráticos.
Para que se compreenda a importância destes terrenos e no enorme
“apetite” que despertam nos interesses privados, importa referir que, no
distrito de Santarém os baldios ocupam mais de 14 mil hectares. O concelho de
Salvaterra de Magos tem 17 hectares de Baldios, distribuídos por todas as suas
freguesias.
Em todo o país, são 500.000 hectares, o que corresponde a 5,55%
do território nacional.
Agora, o PSD/CDS prepara agora o maior ataque desde o 25 de
Abril aos baldios através de um Projeto de Lei recentemente apresentado na
Assembleia da República. A coligação governamental pretende, com esta
iniciativa legislativa, que os baldios deixem de ter a natureza jurídica de
bens comunitários, criando mecanismos para a sua progressiva privatização
quanto à exploração e também da sua passagem a bens de natureza privada.
Se este Projeto de Lei vier a ser aprovado, os baldios passarão
a constituir bens patrimoniais, isto é, privados, convertendo, nesse caso, os
meios de produção comunitários em meios de produção do setor privado. É
atropelada grosseiramente a Constituição que garante protecção constitucional
aos baldios, enquanto meios de produção comunitários.
Este abrir de caminho para a privatização dos baldios conjugado
com o novo regime de florestação, que desde 2013 abriu portas à liberalização
da plantação de eucaliptos, irá levar a que a grande indústria madeireira,
nomeadamente a de celulose, passe a explorar os baldios de acordo com o regime
legal do direito privado.
O Bloco de Esquerda está frontalmente contra esta usurpação da
propriedade comunitária e defendê-la-á a todos os níveis.
Contra o ataque das celuloses e do governo --- que de novo
investem contra direitos ancestrais, protegidos constitucionalmente ---- o
Bloco de Esquerda exorta a comunidade do concelho de Salvaterra de Magos a defenderem
o património dos baldios. PSD e CDS não podem vencer, onde Salazar falhou.
Fornos de Tijolo em
Glória do Ribatejo
Gostaríamos de manifestar preocupações com a recente decisão por
parte do presidente da União de Freguesias de Glória do Ribatejo e Granho em
subterrar os Fornos de Tijolo do Montoia.
Estamos a falar das ruinas dos fornos de tijolo do Montoia que
estavam subterradas e que em maio de 2012 foram descobertas. O então presidente
de junta de freguesia da Glória do Ribatejo e actual vice-presidente da Câmara
Municipal declarou em entrevista a um jornal da sua intenção em recuperar estes
fornos e torna-los numa atração da Glória do Ribatejo. Estes fornos tem origem
no início do século XX, sendo responsáveis pela cozedura dos tijolos que
fornecia as construções da região e laboraram até aos anos 50.
A promessa do então presidente de junta era da sua recuperação
no ano seguinte (2013), conservar a memória da terra e atrair turistas. Passadas
as eleições temos o seu oposto, soterramento da descoberta dos fornos de forma
uniliteral, não consultando o executivo para esta decisão, mas acima de tudo
destruindo esta memória.
Assinalamos o facto desta medida ter sido articulada entre o Presidente
da União de Freguesias e o Presidente da Câmara Municipal. Manifestamos
igualmente muitas dúvidas sobre o suposto aconselhamento técnico, não sabemos
quem deu o parecer técnico, mas lamentamos tal solução encontrada e promessa
não comprida.
Felicitações
·
Felicitamos os Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos
pelas notícias trazidas a esta reunião de câmara pelo Presidente, no que se
refere à estabilidade encontrada, tanto a nível financeiro como operacional.
·
Felicitar a iniciativa da NERSANT no nosso concelho no que se
refere à Rede de Apoio ao Empreendedorismo.
·
Saudar o reforço da prestação se serviços de saúde na freguesia
de Marinhais com a contratação de um novo médico.
Luís
Gomes
Reunião de Câmara Municipal de 16-04-2014
25
de Abril : 40 anos depois
Portugal, país habituado a inúmeras batalhas
ganhas, tem travado ao longo da história uma luta permanente pela afirmação da
cidadania e em defesa dos portugueses.
A Revolução dos Cravos no 25 de Abril de 74,
terminou com um período de escuridão, abrindo-nos as portas após meio século de
repressão, para uma liberdade há muito aspirada, e até então amordaçada.
Os militares que
libertaram o nosso país da mordaça da ditadura, fazendo os portugueses sonhar
com um futuro mais risonho, permitiram-nos que vivêssemos em liberdade,
restituíram-nos o processo eleitoral, uma participação politica activa e a
cidadania.
Os capitães de Abril, os homens que deram
corpo à revolução, uma revolução pacífica, terão sempre a nossa gratidão, a
nossa admiração por gesto tão nobre que a história perpetuará ao longo dos
tempos.
Aqueles capitães a quem
é negado o direito de se expressarem no 40º aniversário da revolução, nas
cerimónias que irão decorrer na Assembleia da República, com a justificação de que
«o problema é deles».
Como se deles fosse a responsabilidade de
conduzir os destinos da nação rumo à prosperidade.
O 25 de Abril é um dos sinónimos de
liberdade mais importante no coração de cada um de nós.
Essa liberdade que nos trouxe a democracia e
com esta o direito à qualidade de vida, a um maior respeito mútuo e a uma
igualdade de oportunidades.
Liberdade que exige responsabilidade de
assumir-mos o dever de respeitar o outro, do mesmo modo que exigimos que nos
respeitem.
No entanto, hoje o governo PSD/CDS,
reduz-nos os salários, aumenta-nos os impostos, impõe-nos cortes que com a
desculpa de provisórios se tornam definitivos, há cada vez mais desemprego, os
pobres aumentam, não tendo as cantinas sociais mãos a medir.
A troika aperta-nos o cinto, rouba-nos
direitos adquiridos ao longo dos tempos, reduz Portugal à pobreza retirando o
poder de compra, vedando o direito à saúde e educação, comprometendo o bem
estar das famílias.
Enfim, compromete-se tudo e todos.
Com a intervenção da troika
intensificaram-se os cortes orçamentais, o encerramento de serviços essenciais
e a precarização laboral.
Está posta em causa uma das maiores
conquistas de Abril, o Serviço Nacional de Saúde (SNS), que o governo está a
colocar à beira do colapso agravando a saúde dos portugueses, e assiste-se
ainda a um novo êxodo de emigração como não de assistia há décadas. Procura-se
no estrangeiro uma vida melhor, não tanto pelo facto de desistirem do seu país,
mas porque até foram convidados a sair.
Será que foi para o que estamos actualmente
a assistir, que os militares fizeram Abril?
Deixo a pergunta.
Na passagem do 40º aniversário do 25 de
Abril de 74, os eleitos do BE repudiam todas estas medidas que vão contra os
ideais de Abril, estão solidários com todos os que diariamente lutam pela
manutenção da liberdade e democracia, enaltecendo sempre o feito dos capitães
de Abril de 74.
1º de Maio
É uma data que em Portugal não se pode
dissociar do 25 de Abril de 74, pois até esta data nunca nos era permitido
comemorá-la.
Surgindo como símbolo mundial da luta pelos
direitos dos trabalhadores, aquando a luta pelos seus direitos laborais, não
deve ser vivida esta data como um mero feriado, pois não podemos esquecer que a
sua criação foi fruto de lutas de classes operárias, que em todo o mundo saíram
e saiem à rua manifestando a sua força.
A
força muitas vezes incompreendida, que manifesta o seu descontentamento pela
incompreensão, pela intolerância e pela injustiça a que são sistematicamente
submetidos os homens e mulheres que trabalham cada vez mais, auferindo cada vez
menos retribuição salarial.
Certamente que no próximo dia 1 de Maio, à
semelhança de anos anteriores de norte a sul do país, o povo sairá à rua numa
jornada de luta, mostrando ao governo que o povo embora desanimado não está
derrotado, e que o abismo para o qual nos conduz e que parece não ter fundo,
não pode continuar a engolir e a oprimir as famílias portuguesas.
Esta data, que Abril de 74 também nos devolveu pois antes a sua comemoração era
reprimida pela polícia, é da máxima importância para todos os que defendem uma
sociedade mais solidária e mais justa, onde impere a liberdade e os verdadeiros
valores da democracia.
Associações
Felicitações
a todas as associações que nas suas actividades, vão mantendo os seus
associados activos, nomeadamente as que ao longo destes 15 dias trabalharam
intensamente na concretização de eventos no nosso concelho, assim como outras
com actividades ainda pendentes.
Conferência S. Vicente de Paulo de Salvaterra
de Magos
Organizou
uma «Venda de Rua», com espectáculo musical e artes marciais e serviço de bar,
no Largo dos Combatentes, de modo a angariar fundos para ajuda a famílias
necessitadas no dia 12 de Abril
Associação
dos Amigos da Festa da Amizade de Várzea Fresca levou a efeito um baile da
pinha a 12 de Abril.
Assim como
a Associação Marcha Última Corrida Real
em Salvaterra de Magos que no
mesmo dia organizou um baile de moldes idênticos.
E ainda a Associação de Solidariedade Social do
Granho, que também a 12 de Abril organizou uma noite de fados.
Comissão de Festas em Honra de S. Miguel
Arcanjo de Marinhais, que no passado dia 13 de Abril levou a
efeito a 6ª edição do Festival de sopas e pão caseiro no pavilhão da Comissão
de Festas, atraindo mais uma vez inúmeros apreciadores da boa gastronomia
caseira.
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória
do Ribatejo, que a 18 de Abril organiza uma Noite
do Torricado, no salão da Casa do Povo com início às 20h.
Associação de Festas de Muge,
organiza um baile da pinha a 19 de Abril.
Comissão de Festas em Honra de N. Sra da
Glória, leva a efeito neste dia a mostra do fogo das
tradicionais festas de Agosto, a que se seguirá um baile.
Esta comissão dará início no dia 25 ao já habitual
torneio de futebol de salão, no ringue.
Rancho Folclórico da Casa do Povo de
Salvaterra de Magos, organiza no próximo dia 3 de Maio o
34º festival de folclore.
Aproveitamos para endereçar os nossos parabéns a
este rancho pela passagem de mais um aniversário, o 34º, a 1 de Maio.
Parabéns
também ao Clube de Andebol de Salvaterra
por mais um aniversário a 24 de Abril.
Associação Glória BTT
que iniciando actividade em 2005, celebra o seu aniversário a 28 de Abril.
Esta associação para além do desporto tem outra
vertente que é a preservação do ambiente.
Clube de Trampolins de Salvaterra, que
nos tem habituado a grandes vitórias, mais uma vez nos deu esse prazer.
Alguns
atletas nos 24º Europeus de Trampolins que decorreu em Guimarães, trouxeram-nos
ouro no duplo mini trampolim, batendo o quarteto russo e totalizando 101.900
pontos. As novas campeãs europeias, Silvia Saiote, Ana Robalo, Joana Pereira e
Mafalda Prazeres, bateram a a Rússia 100.900, e a Grã-Bretanha 98.400 pontos,
conquistando a 1ª medalha de ouro no evento em que participaram selecções de 28 países.
Algumas das
atletas competiram pela última vez nesta variante de trampolim, e no final eram
o espelho da alegria reforçando o óptimo trabalho de equipa em que se sagraram
campeãs europeias na modalidade.
O nosso
apreço e gratidão às atletas, treinadores, dirigentes desportivos e suas
famílias.
Vereador
Manuel Neves
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