quarta-feira, 17 de dezembro de 2014











Voto de Saudação
Aos Sindicatos e Autarcas na defesa da Contratação Colectiva e do Princípio da Autonomia Local
Considerando que:
a)    Este Governo comanda uma verdadeira cruzada contra os Direitos Laborais adquiridos pela luta sistemática dos trabalhadores;
b)    Nessa senda, o Governo e a maioria parlamentar que o suporta aumentaram o horário semanal de trabalho da Função Pública em 5 horas semanais de trabalho que passou a ser de 40 horas semanais ao invés das 35 horas semanais;
c)    Esta política é uma política de retrocesso civilizacional, assente na destruição das condições e da dignidade do trabalho;
d)    No âmbito da contratação colectiva para os trabalhadores em funções públicas, é permitida a redução do horário semanal de trabalho, permitindo por esta via o regresso ao horário semanal de trabalho de 35 horas semanais;
e)    Foram várias as autarquias locais que, fundadas na sua autonomia administrativa e financeira constitucionalmente consagrada, outorgaram com os sindicatos representativos dos trabalhadores da administração local acordos colectivos de entidade empregadora pública visando a reposição das 35 horas semanais de trabalho;
f)     Tais acordos foram depositados junto do Governo, que não promove a sua publicação por discordar do mérito das decisões das autarquias locais nesta matéria;
g)    Este posicionamento do Governo radica numa leitura inadmissível das suas competências à luz da Constituição da República Portuguesa e da Carta Europeia da Autonomia Local: a tutela a exercer pelo Governo relativamente às autarquias locais deve ser de legalidade e nunca de mérito;
h)   Os trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) efectuaram uma jornada de luta, com uma expressiva manifestação em Lisboa no passado dia 4 de Dezembro de 2014, visando a publicação dos acordos colectivos de entidade empregadora pública celebrados com várias autarquias e que procediam à reposição das 35 horas semanais de trabalho;
i)     Em tal manifestação estiveram ainda muitos autarcas, em protesto pelo atropelo que esta actuação do Governo constitui ao Princípio da Autonomia Local constitucionalmente consagrado;
Assim, a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, reunida em Sessão Ordinária a 17 de Dezembro de 2014, ao abrigo do artigo 25.º, n.º 2 alíneas j) e k) do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, decidi:
1 – Saudar o protesto e a luta do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) e do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com fins Públicos (SINTAP), visando a publicação dos acordos colectivos de entidade empregadora pública celebrados com várias autarquias e que procediam à reposição das 35 horas semanais de trabalho.
2 – Saudar todos os autarcas e autarquias locais que, subscrevendo acordos colectivos de entidade empregadora pública celebrados com várias autarquias e que procediam à reposição das 35 horas semanais de trabalho, se mantêm firmes na defesa do Princípio da Autonomia Local.
3 – Enviar a presente saudação ao e a suas Excelências o Primeiro-Ministro, o Provedor de Justiça, a Ministra de Estado e das Finanças, o Secretário de Estado da Administração Pública da Economia, o Secretário de Estado da Administração Local e aos Grupos Parlamentares na Assembleia da República, Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos, Juntas de Freguesia e União de Freguesias do Concelho e Comunicação Social.
Os vereadores eleitos pelo Bloco de Esquerda


Salvaterra de Magos, 17 de Dezembro de 2014

Aprovado por unanimidade








terça-feira, 9 de dezembro de 2014



Foi assim a festa do Bloco.....













sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014















Reunião de Câmara de 03 de Dezembro de 2014

Casos confirmados de tuberculose entre os alunos da Escola Profissional de Salvaterra de Magos
Foi noticiado pela comunicação social da existência de três casos de tuberculose confirmados entre os alunos da Escola Profissional de Salvaterra de Magos que estão a deixar os encarregados de educação bastante alarmados e a exigir o encerramento temporário do estabelecimento, para desinfecção do mesmo.
Pelo que é público durante a semana que passou, os quase 400 elementos da comunidade escolar foram sujeitos a um mega rastreio à doença, que detectou vários casos de alunos e professores a necessitar de fazer um tratamento preventivo.
Segundo as autoridades de saúde, não se pode falar em surto nem há quaisquer razões para alarme, mas as explicações andam longe de convencer e de tranquilizar os pais.
Considerando que se trata de uma doença perigosa e altamente contagiosa, gostaríamos de saber qual o ponto de situação da desinfecção da escola, quais foram os resultados do rastreio à comunidade escolar, se este surto não é impeditivo de que a escola funcione normalmente e que medidas a escola e o município estão a desenvolver para combater este flagelo.
Transporte de sobrantes verdes
Tivemos conhecimento da concentração de sobrantes verdes recolhido no concelho num terreno pertencente ao município na freguesia de Marinhais e que posteriormente transportados para a antiga fábrica do papel, em Salvaterra de Magos, para serem tratados por uma máquina recentemente adquirida pelo município. Esta operação de transporte durou dois dias a ser efectuada.
A referida operação acabou por ser cancelada tendo novamente sido levado a cabo o transporte dos referidos sobrantes verdes para o local inicial em Marinhais, operação esta que durou mais dois dias em transporte.
Sr. Presidente que motivos tiveram na origem deste total desperdício de tempo dos nossos funcionários, dinheiro e desgaste do nosso equipamento?
Estamos muito preocupados com este desperdiçar de recursos, do nosso município, sendo incompreensível  a má gestão dos recursos municipais.

Manutenção das estradas asfaltadas e de terra batida
Enquanto isso vamos assistindo ao estado das nossas estradas asfaltadas e de terra batida no nosso concelho que se encontram ao total abandono. As chuvas intensas tem prejudicado profundamente a normal circulação de viaturas e munícipes. Continuamos a solicitar a intervenção nas estradas de terra batida com a limpeza das respectivas bermas e valetas, removendo desperdícios que impedem uma boa drenagem, assim como a sua manutenção regular.

Discussão do plano e orçamento municipal
A recente lei 73/2013 que obriga à aprovação e envio do plano e orçamento municipal ao órgão Assembleia Municipal, tem como principal objectivo permitir à respectiva Assembleia Municipal uma discussão aprofundada e atempada considerando a importância dos documentos em apresso.
Constata-se que o espírito da lei em Salvaterra de Magos não vinga, estando já passado mais de 1 mês da suposta entrega do plano e orçamento ao órgão Assembleia Municipal e nada aconteceu para cumprir o espírito da lei.
Nesse sentido apelamos à maioria socialista que em futuros discussões do plano e orçamento municipal se leve a cabo uma real participação e democratização destes documentos com a apresentação dos mesmos ao grupos municipais e de forma temática, diga-se, apresentação do plano e orçamento por pelouros, com a participação dos respectivos vereadores.

Proposta de revogação do aumento do horário de trabalho dos funcionários de todos os serviços do município
Na última reunião de câmara datada de 19 de Novembro de 2014 foi apresentado neste órgão uma moção pelo os eleitos do Bloco de Esquerda ao abrigo do artigo 25.º, n.º 2, alínea k) do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, e do Princípio da Autonomia das Autarquias Locais a proposta de revogação do aumento do horário de trabalho dos funcionários de todos os serviços do município. Gostaríamos de perguntar para quando a entrada em vigor da deliberação deste órgão com a aprovação desta moção por unanimidade.

Requerimento para pagamento da tomada de posse
Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos
1 - Por ocasião da tomada de posse dos órgãos autárquicos do Município de Salvaterra de Magos, em 18 de Outubro de 2013, foi servido um beberete na ocasião, cujo serviço ficou a cargo da Escola Profissional de Salvaterra de Magos.
2 – Tal serviço não foi contratado pelos órgãos do Município de Salvaterra de Magos em funções até à tomada de posse referida.
3 – Tal serviço, sempre exigiria alguma antecedência na sua contratação, pelo que não tendo sido contratado pelo Município de Salvaterra de Magos, há-de ter sido contratado por alguém.
4 – A Escola Profissional de Salvaterra de Magos é detida em 50% pelo Município de Salvaterra de Magos, integrando-se no sector empresarial local.
5 – Assim, importa que a Escola Profissional de Salvaterra de Magos informe sobre a prestação de tal serviço, esclarecendo quem o encomendou, qual o seu valor, a factura que liquida a prestação desse serviço e a menção ao respectivo pagamento, recibo e meio de pagamento utilizado ao abrigo do artigo 42.º, n.º 1, alínea f) da Lei n.º 50/2012, de 31 de Agosto.
Nestes termos, requer-se ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos que diligencie para a prestação da informação supra solicitada.

Encontro Concelhio Anual do Bloco de Esquerda
Aproveito para informar que o Bloco de Esquerda vai levar a cabo no próximo dia 7 de Dezembro na Associação Humanitária do Granho o seu Encontro Anual, no qual vamos fazer balanço do 1º ano autárquico deste mandato e perspectivar o próximo ano. Informo igualmente que temos a honra de receber no nosso concelho a recente eleita coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, Catarina Martins e assinalar com muito agrado o regresso à actividade politica de Ana Cristina Ribeiro, Presidente deste município durante 16 anos e que após uma breve ausência, e bem merecida, retoma a sua actividade cívica e politica. 

Centros Históricos no Concelho de Salvaterra de Magos
Na ordem de trabalhos da última reunião de câmara foi pela segunda vez abordada a permanência ou não do município de Salvaterra de Magos na Associação Portuguesa dos Municípios com Centro Histórico. No entender do Bloco de Esquerda mais importante que discutir a permanência ou não na Associação Portuguesa dos Municípios com Centro Histórico, é perceber qual a estratégia do executivo para os núcleos de formação histórica sedimentados no nosso concelho.
Constatamos que da parte da maioria socialista nenhum contributo é dado sobre essa estratégia, mais uma vez temos uma mão cheia de nada no que diz respeito à estratégia de valorização da nossa memória colectiva, do nosso património e consequentemente não apresenta qualquer plano para potenciar o nosso turismo.
No entanto não nos custa rigorosamente nada reconhecer que o que fizemos sobre esta matéria, não foi tudo e diga-se, que pelo muito que havia por fazer, dado o estado em que o Partido Socialista deixou o Concelho, a prioridade passou por criar as infra-estruturas básicas necessárias inexistentes, mas também foram desenvolvidos inúmeros projectos e acções culturais e patrimoniais tendo como ponto alto a falcoaria do palácio real.
Deixemos no entanto o passado e concentremo-nos no futuro, porque nesta como noutras matérias temos sido sempre uma oposição responsável e construtiva, por isso registamos a nossa reflexão, contributos e propostas.
O conceito de centro histórico tem sofrido alterações à medida que os tempos passam. A Carta de Atenas (1931) foi aquela que, pela primeira vez, estabeleceu critérios de preservação e revitalização de edifícios antigos. Anunciava os monumentos como testemunho vivo de tradições, sendo por isso indispensável a sua preservação.  A Carta de Veneza (1964) – Carta Internacional sobre a Conservação e o Restauro de Monumentos e Sítios, alargou e renovou o conceito já abordado na Carta de Atenas, aprofundando ainda os seus princípios. Assim sendo, o conceito de monumento histórico deixou de estar somente relacionado a criações arquitectónicas, passando a englobar sítios quer urbanos, quer rurais – desde que estes encerrem vestígios de civilizações que, de alguma forma, simbolizem uma fase marcante da história.
Esta abordagem de centro histórico para além de criar uma intervenção física de recuperação e valorização do património, a reabilitação urbana limita a deterioração da paisagem, ao mesmo tempo que fomenta a cidadania, fixa a população residente, potencia o comércio tradicional e alicia o turismo. É fundamental que a reabilitação restitua aos habitantes a afeição pelo seu espaço e descubra os valores inerentes de cada lugar. Ao intervir, em qualquer que seja o lugar, temos de ter em conta que o nosso “alvo” é um organismo vivo e mentalizarmo-nos daquilo que, na realidade, é uma cidade. Reabilitar é actualizar conservando e prezando a identidade.  A revitalização dum centro histórico passa obrigatoriamente pela introdução de novas actividades e utilização das áreas devolutas, quer pelo restauro de velhos edifícios, quer pela construção de novos, sempre que se justifique.
Os desafios dos centros históricos em específico, apresentam um conjunto vasto de problemas comuns que merecem especial atenção, no caso do concelho de Salvaterra de Magos, destacamos: 
O Despovoamento – Estes espaços obstruíram a permanência de jovens nos centros históricos provocando simultaneamente a deterioração dos edifícios ocupados por parte da população idosa que, sem recursos económicos, se vê incapacitada para os recuperar. 
O Envelhecimento – A população residente nestas áreas é maioritariamente idosa, sendo que, cerca de 25% tem mais de 65 anos. FONTE INE. Este elevado envelhecimento da população acarreta incalculáveis consequências para o crescimento e recuperação sustentáveis dos nossos centros históricos: embaraça a recuperação do parque habitacional uma vez que esta camada específica da população não possui meios económicos para fazer as respectivas construções.
Tráfego automóvel, acessibilidades e estacionamento – Nos centros históricos as ruas não chegam para os carros, os carros prejudicam os peões, o estacionamento não chega.
Temos que ter em consideração que a lista de problemas referentes aos centros históricos não acaba aqui. Existem outros que se confinam mais a uns centros que noutros.  Assim sendo, é necessário identificar o que está errado no nosso concelho, nas freguesias e mesmo em lugares para que se possam operar estratégias de intervenção. Só assim se pode evitar que estes centros caiam no esquecimento e perpetuem ou acentuem a sua degradação. São eles que confinam, que preservam as memórias que nos identificam e preservam a nossa identidade como cidadãos.
Esta decadência suscitou uma crescente preocupação por parte dos governos que têm procurado dar respostas no sentido de solucionar os casos mais problemáticos. Estas têm-se traduzido em Programas de Intervenção que obtêm financiamento do Orçamento de Estado, de Fundos Estruturais da União Europeia e de outras entidades que pretendam dar apoio.  Assim sendo, deixamos aqui alguns dos programas existentes em Portugal: 
1) RECRIA – Regime Especial de Comparticipação na Recuperação de Imóveis Arrendados. O RECRIA é comparticipado pela Câmara Municipal e pelo INH – a “fundo perdido”. Este programa destina-se aos proprietários, aos inquilinos e aos municípios cuja renda tenha sido alterada.  Para incorporar este programa, é necessário que o contrato de arrendamento seja anterior a 1 de Janeiro de 1980 e que a renda não tenha tido nenhuma correcção extraordinária.  
2) PRAUD – Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Degradadas. Este programa pretende reabilitar e renovar áreas urbanas consideradas degradadas. Destina-se a indivíduos que, por algum motivo não possam integrar o programa RECRIA ou outros programas e a indivíduos que habitem ou sejam proprietários de um imóvel que pode estar arrendado. Cabe ao PRAUD a reabilitação de coberturas, de fachadas e de instalações sanitárias e redes, quando estas existem em condições precárias ou simplesmente não existem.
3) REHABITA – Regime de Apoio à Recuperação Habitacional em Áreas Urbanas Antigas. O REHABITA é uma extensão do RECRIA que pretende auxiliar financeiramente os municípios na recuperação de regiões urbanas antigas. Destina-se em situações em que os inquilinos ou os proprietários dos edifícios se deneguem a realizar obras. 
4) SOLARH – Programa de Apoio Financeiro Especial para a Realização de obras de Conservação e Beneficiação em Habitações. Destina-se à realização apenas de obras de conservação ordinária, extraordinária e de beneficiação. A indivíduos ou agregados familiares de poucos recursos que possuam única e exclusivamente uma habitação e a instituições de solidariedade social.  
5) PROHABITA – Programa de Financiamento para Acesso à Habitação Este programa pretende dar resposta a situações de necessidade habitacional, de famílias carenciadas e de bairros sociais desprovidos de condições mínimas de habitabilidade. 
Como estes, outros programas não menos importantes foram postos em prática, em Portugal: PERU (Programa de Emergência para a Reabilitação Urbana), PROCOM (Programa de Apoio à modernização do Comércio), PROSIURB (Programa de Consolidação do Sistema Urbano Nacional e de Apoio à execução dos Planos Directores Municipais), RECITE/REBUILD (Regiões e cidades para a Europa/Energias Renováveis aplicadas em Edifícios de Cidades Europeias com Centros Históricos), entre outros.
Como se constata existem inúmeras ferramentas de intervenção assim como é necessário criar condições que preservem a identidade, a função habitacional, comercial e económica destas zonas, permitindo assim que se possa continuar este acumular de culturas e tradições.
Neste sentido propomos:
·         a criação de uma equipa multidisciplinar com base nos técnicos municipais, para a produção de um plano de intervenção que potencie todas as sinergias existentes nos núcleos de formação histórica no concelho de Salvaterra de Magos e assim contribuir decisivamente para a sua recuperação e revitalização sócio-económica, tendente ao desenvolvimento do turismo.
·         a criação de 5 núcleos de formação histórica em Salvaterra de Magos, Muge, Marinhais, Glória do Ribatejo e Aldeia Piscatória do Escaroupim.


Luís Gomes













Reunião Câmara 3-12-2014



Dia Internacional do Voluntariado

Na próxima 6ª feira, 5 de Dezembro, comemora-se o Dia Internacional do Voluntariado. Este dia não pretendendo homenagear os voluntários, chama principalmente a atenção para o serviço voluntário e a importância da intervenção do mesmo nas mais diversas causas, que precisa ser ainda mais incentivado e valorizado.
Em Portugal, nunca tantos foram os voluntários, com tendência para aumentar até, sendo considerado um acto de cidadania, em que o modo de vida de quem o pratica, é muitas vezes mudado radicalmente, contribuindo essencialmente para minimizar desigualdades sociais e assim ajudar o próximo.
O Concelho Nacional para a Promoção do Voluntariado, em consonância com o Concelho Europeu de Voluntariado, incentiva esta prática desinteressada que se presta à solidariedade, contribuindo para a valorização dum serviço que cada vez mais se cruza com os serviços oficiais.
Há 29 anos que este dia foi instituído para valorizar o Desenvolvimento Económico e Social dos Povos, alertando para o trabalho dos muitos voluntários que constroem o país e a coesão social, sem se fazer notar.
É importante:
_ Despertar consciências para uma atenção devida ao próximo.
_ Criar iniciativas para responder às novas necessidades.
_ Valorizar o voluntariado no sentido de detectar situações de carência.
_ Contribuir para o aumento de voluntários, porque as solicitações são cada vez maiores.
Neste sentido, saudamos todas as mulheres e homens, assim como as instituições onde possam estar integrados, pela generosidade, entrega e dedicação à causa do outro, de modo a que estes possam encarar o futuro com esperança e um novo sorriso. 

Dia Internacional da Solidariedade Humana
Não podemos dissociar deste dia, o celebrado a 20 de Dezembro, o Dia Internacional da Solidariedade Humana, com o objectivo de alcançar um mundo melhore mais seguro para todos.
A solidariedade humana deve ser mais sólida, próspera e responsável.
Este é um compromisso que devemos assumir no sentido de se estabelecerem resoluções frutíferas e duradouras.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada a 10 de Dezembro de 1948, protege os direitos de cada um e reconhece os deveres inerentes a uma vivência em sociedade.

Banco Alimentar Contra a Fome
Sendo uma Instituição Particular de Solidariedade Social que luta contra o desperdício de produtos alimentares, encaminhando-os para distribuição gratuita a pessoas carenciadas, em que pessoas de boa vontade juntam os seus esforços de forma voluntária, pretendendo minorar o problema da fome numa determinada região, teve este fim-de-semana (29 e 30 de Novembro de 2014) a 46ª campanha,que envolveu 42.000 voluntários num árduo mas gratificante trabalho.
Com uma quebra de 15% a 18% em relação a anos anteriores, ainda foram recolhidassensivelmente 2.300 toneladas de alimentos.
Decorreu o peditório nacional, a que o nosso Concelho não foi indiferente, pois algumas associações e particulares uniram-se para que os alimentos angariados fossem em maior número que em peditórios anteriores.
A todos os que abraçaram esta causa por tão nobre serviço de voluntariado, o nosso reconhecimento.

Freguesia de Muge
As nossas felicitações à Freguesia de Muge, que foi concelho de 1304 a 1837, pois foi precisamente a 6 de Dezembro de 1304 que El-Rei D. Dinis outorgou à vila de Muge Carta de Foral.
No próximo sábado festejará mais um aniversário.
Os nossos parabéns a todos os autarcas que têm permitido o engrandecimento da freguesia, e a toda a população que tem cooperado neste engrandecimento. 

Centro Bem-Estar Social de Glória do Ribatejo
Parabéns pela passagem do seu 25º aniversário a celebrar amanhã, pois desde 4 de Dezembro de 1989 presta um serviço meritório a toda a população, principalmente na área da 3ª idade.
A instituição leva a efeito no dia 7 de Dezembro um Passeio de BTT, de modo a angariar fundos para as solicitações que tem de enfrentar.
Longa vida a esta instituição de solidariedade social, e o nosso louvor a todos os que tão bem têm conduzido os destinos da mesma. 

CBES Foros Salvaterra
Também este CBES organiza depois de amanhã, 6ª feira dia 5 de Dezembro, uma Ceia Fadista no pavilhão de festas de Foros de Salvaterra, com a finalidade de angariar verbas para fazer face à boa manutenção do mesmo.
É bom que ajudemos. 

Amar- Associação de Marinhais para a Defesa do Património Cultural e Natural da Vila de Marinhais
A esta associação que preserva os usos e costumes da vila de Marinhais, os nossos votos de longa vida e felicitações à nova direcção e corpos gerentes, que recentemente tomaram posse. 

Associação do Carnaval dos Amigos de Marinhais
Leva a efeito nos dias 6,7 e 8 de Dezembro uma Feira de Oportunidades no pavilhão da Comissão de Festas de Marinhais.
Tal como o nome indica, uma oportunidade para comprar artigos a baixo custo ajudando esta associação.

Agrupamento de Escolas de Marinhais
Com o fim de manter a boa prática desportiva nas várias turmas de alunos, este agrupamento organiza a 10 de Dezembro uma prova de «Corta-Mato Escolar». 

Associação Ternura Popular
Esta associação de Foros de Salvaterra leva a efeito no dia 13 de Dezembro no Largo dos Combatentes em Salvaterra de Magos, uma Mostra de Artesanato. 

Espaços do Cidadão
Mais de 40 municípios assinaram mais de 90 protocolos de adesão para integrarem Espaços do Cidadão que concentram serviços públicos nos concelhos.
O governo pretende assim promover a descentralização de competências, nomeadamente nas áreas da educação e saúde.
Na área da educação esta transferência de competências diz-se, trará contrapartidas monetárias.
Já aqui falámos numa anterior reunião de câmara sobre o assunto, no entanto esta minha intervenção vai no sentido de saber se já houve algum contacto oficial com a câmara de Salvaterra de Magos nesse sentido? 



Vereador Manuel Neves

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Nova coordenação do Bloco de Esquerda aprovada sem oposição

Catarina Martins anuncia novo modelo de direção que vai ao encontro do sinal político dos delegados da Convenção. Comissão permanente de seis membros terá representantes de todas as moções e uma porta-voz: a própria Catarina.
Catarina Martins e a nova Comissão Política. Foto de José Sena Goulão - Lusa
Catarina Martins e a nova Comissão Política. Foto de José Sena Goulão - Lusa
A Mesa Nacional do Bloco de Esquerda elegeu neste domingo a Comissão Política de 18 membros que conta, de acordo com os estatutos aprovados na IX Convenção, com 8 membros da moção U, 8 da E, um da B e um da R. A MN decidiu também constituir uma Comissão Permanente, que segue a regra da paridade, formada por seis membros da Comissão Política, igualmente proporcional às moções (dois indicados pela moção U, dois pela E, um pela R e um pela B). A Comissão Permanente definirá as funções dos seus membros, sendo Catarina Martins a porta-voz da Comissão Permanente e Pedro Filipe Soares, que integra esse organismo, o líder parlamentar. (Veja no final a composição destas comissões).
Esta solução foi aprovada com mais de 90% dos integrantes da Mesa Nacional e não teve votos contra. João Semedo, que trabalhou ativamente nas negociações desta solução, divulgou nota explicando que não fará parte da Comissão Política nem da Permanente, mantendo-se como membro da MN e deputado.
Abaixo, a apresentação que Catarina Martins fez das resoluções da Mesa Nacional, na íntegra:
O Bloco de Esquerda e as várias moções souberam ler o sinal político dos delegados na Convenção e revelaram a sua responsabilidade e o seu empenho numa solução que valoriza muito mais aquilo que nos une do que as diferenças. Ao contrário do que muitos anunciaram, temos hoje um Bloco mais forte, e mais unido. A solução que encontrámos é a de uma direção política em que estão representadas todas as moções através de uma comissão permanente de que sou a porta-voz. Esta solução foi aprovada com mais de 90% e não teve nenhum voto contra.
Empenho e generosidade de João Semedo
Com esta solução, respondemos ao apelo que João Semedo nos deixou no final da Convenção: enterrar a disputa interna e construir um Bloco unido. 
Com esta solução, respondemos ao apelo que João Semedo nos deixou no final da Convenção: enterrar a disputa interna e construir um Bloco unido. Passar à ação, é disso que o país precisa. A moção que eu e o João Semedo encabeçámos nesta Convenção procurou as soluções necessárias e foi neste percurso acompanhada por todas as outras moções. Quero salientar aqui que a solução encontrada só foi possível graças ao empenho, à disponibilidade e à generosidade do João Semedo em todo este processo. O Bloco de Esquerda deve-lhe muitíssimo e eu ainda mais. Sei que estaremos juntos a construir o Bloco de Esquerda em todas as lutas da esquerda, e continuamos a contar com o seu contributo, a sua força e a sua determinação.
Capacidade de fazer consensos
Afirmámos sempre que no Bloco a diversidade não é defeito, é feitio. E é a capacidade de fazer consensos, de unir esquerdas, de unir lutas, de unir causas que nos dá força. Aqui estamos mais unidos e mais fortes. Aqui estamos com autarcas empenhados por todo o país a defender quem mais precisa. Aqui estamos com a melhor eurodeputada portuguesa a defender o nosso país na Europa. Aqui estamos com um grupo parlamentar que abraça todas as causas e que a cada dia faz a diferença. E aqui estamos com ativistas em todo o país, em todas as causas que em cada dia não abdicam de nada do que é essencial e constroem a alternativa.
Não estaremos no conforto das meias-tintas
Desengane-se António Costa se acha que nos pode descartar como estando no conforto do protesto. Nós não estamos é no conforto das meias-tintas. Nós estamos na luta pela alternativa contra a austeridade.
Desengane-se António Costa se acha que nos pode descartar como estando no conforto do protesto. Nós não estamos é no conforto das meias-tintas. Nós estamos na luta pela alternativa contra a austeridade. O país precisa de uma mudança. Não estaremos, como António Costa, no conforto das meas-tintas. O país precisa de emprego, e para isso a austeridade tem de ser derrotada. Não estamos no conforto das ilusões que serão quebradas logo a seguir às eleições. Para derrotar a austeridade, o país precisa de se libertar do garrote da dívida e da chantagem da União Europeia. Não se pode prometer mudança e não querer mudar nada do que realmente conta. Não estamos certamente no conforto dos silêncios. Afirmamos que é preciso recuperar salários e pensões, que o país precisa de reconstruir os serviços públicos, que precisamos acabar com o roubo dos impostos de quem trabalha e o privilégio dos grandes interesses económicos.
O Bloco de Esquerda é de facto um partido único na esquerda portuguesa. Somos capazes dos maiores exercícios de liberdade e da vivência da diversidade política. Mas também somos capazes da maior união quando se trata do que é essencial. Hoje encerrou-se a IX Convenção do Bloco de Esquerda. Estamos prontos, a esquerda e o povo português podem contar com o Bloco de Esquerda.
Composição da Comissão Política (por ordem alfabética):
Adelino Fortunato
Catarina Martins
Fabian Figueiredo
Helena Carmo
Humberto Silveira
Joana Mortágua
Jorge Costa
José Gusmão
José Soeiro
Mariana Mortágua
Marisa Matias
Moisés Ferreira
Nuno Moniz
Pedro Filipe Soares
Pedro Soares
Sandra Cunha
Sara Schuh
Zuraida Soares
Composição da Comissão Permanente (por ordem alfabética):
Catarina Martins (porta-voz nacional)
Adelino Fortunato
Joana Mortágua
Nuno Moniz
Pedro Filipe Soares
Pedro Soares

quarta-feira, 19 de novembro de 2014














                                           Reunião Câmara 19-11-2014


Dia Internacional da Tolerância
Celebrou-se no passado domingo, 16 de Novembro, o Dia Internacional da Tolerância que visa a dignidade e valor da pessoa humana, criando uma convivência pacífica entre todos os povos.
Ser tolerante neste contexto é respeitar direito à liberdade de pensamento, consciência e religiosa, de opinião ou expressão.
A prática da tolerância deve basear-se no respeito por cada um, fomentando o diálogo, o respeito pela dignidade humana, sendo esta prática uma virtude.


Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres
Celebra-se no próximo dia 25 de Novembro, antes não se celebrasse, o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, alertando para uma violência que compromete o desenvolvimento, gera instabilidade e chama a atenção para pôr fim à impunidade que cria cada vez mais violência.
Devemos combater as causas desta violência, erradicarmos a discriminação e até denunciar as mentalidades que lhe vão dando continuidade.
Sendo o elemento fundamental para a união familiar, devemos reafirmar o nosso compromisso com os direitos humanos das mulheres.
Em Portugal, 85% das vítimas de violência doméstica são mulheres, nomeadamente em casos de abuso ou assédio sexual e maus tratos, psicológicos e físicos.
Apesar de todas as tentativas de consciencialização social, o problema tem-se agravado nos últimos tempos que têm sido negros em violência doméstica. Homicídios e tentativa de homicídios ultrapassam em grande escala os anos transactos.
Repudiando qualquer acto de violência contra as mulheres, promove-se a igualdade do género e a cultura da não violência.
É um contra-senso, mas o lugar menos seguro para a mulher nalguns casos, é a sua própria casa.


Índice de Transparência Municipal
Este índice mede o grau de transparência das Câmaras Municipais através de uma análise de informação disponibilizada aos cidadãos.
Mede 76 indicadores, divididos em 7 dimensões sobre:
_Informação sobre a organização, composição social e funcionamento do Município.
_Planos e relatórios.
_Impostos, taxas, tarifas, preços e regulamentos.
_Relação com a sociedade.
_Contratação pública.
_Transparência económico-financeira.
_Transparências na área do urbanismo.
Salvaterra de Magos está em 118ºlugar entre as 308 câmaras do país, e 14º lugar no distrito neste Ranking Nacional de Transparência Municipal. 

Dia Mundial em Memória das Vítimas na Estrada
Assinalado a 16 de Novembro, desde 1993, pretende chamar a atenção para o flagelo que diariamente acontece nas estradas de todo o mundo e nas portuguesas também.
A Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados, defende que para reduzir amanhã as mortes na estrada, há que não apagar a memória das vítimas de ontem, nem descurar a segurança rodoviária de hoje.
Em 2013 nas estradas portuguesas houve 90.000 acidentes rodoviários, em que perderam a vida 382 pessoas e 27.854 feridos.
No distrito de Santarém perderam a vida 44 pessoas.
Lembrando os que perderam a vida ou a saúde, prestamos homenagem a todos os que de algum modo tentam minimizar ou contrariar estes dados, nomeadamente as forças de segurança, as equipas de socorro onde se inserem os bombeiros e profissionais da saúde.
É urgente sensibilizar consciências para reduzir a sinistralidade e neste caso apelamos ao sr.presidente que pressione no sentido de ser assinado protocolo de segurança rodoviária com câmaras da região, tal como informou na última reunião. 

Clube de Trampolins de Salvaterra de Magos
Marcou presença no Campeonato do Mundo de Ginástica em Trampolins no dia 9 de Novembro, que decorreu em Daytona Beach, Flórida nos Estados Unidos.
A atleta Ana Robalo, obteve um honroso 4º lugar na modalidade de duplo mini-trampolim, não alcançando a medalha de bronze por uns escassos pontos.
Ana Gomes, do mesmo clube, sagrou-se campeã mundial de trampolim sincronizado, em dupla com Mariana Carvalho, na categoria 15/16 anos.
Ao Clube de Trampolins, às atletas e seus familiares, as nossas felicitações.

Clube Desportivo Salvaterrense
Leva a efeito no próximo dia 30 de Novembro, o 2º Passeio BTT, esperando-se grande numero de aderentes da modalidade.

Grupo Motard do Granho-Ciclo Pampas
Este grupo levou a efeito na Herdade da Casa Cadaval, no lugar Cruz do Seixo, uma prova de motocross, no passado dia 16 de Novembro.
Prova a que não faltaram concorrentes e adeptos deste desporto.

Grupo Danças «Os Lusitanos» de Marinhais
Os nossos parabéns pela passagem de mais um aniversário que festejaram a 8 de Novembro, e agradecimentos por tão bem saberem representar a freguesia de Marinhais, o nosso concelho, em todos os locais onde se deslocam em actuação.

Estrada Ponte Rainha D. Amélia
Esta estrada carece de intervenção urgente ao nível de pavimento pois tem buracos acentuados.
Corte de canas que a ladeiam pois o vento fá-las vir para o meio da estrada, obrigando os veículos a ocuparem a parte esquerda da faixa de rodagem para se desviarem, criando situações de perigo.
Imediatamente a seguir à ponte da vala há um enorme lençol de água, devido à terra e lama acumulada nas bermas que impedem de escoar.
São intervenções rápidas, mas urgentes.

                                                                                    Vereador Manuel Neves









Nota de Imprensa

Proposta de Revogação do Aumento do Horário de Trabalho nos Serviços Municipais de Salvaterra de Magos apresentada pelos vereadores eleitos pelo Bloco de Esquerda na câmara de Salvaterra de Magos foi aprovada por unanimidade.
Com esta medida é reposta a justiça a um dos maiores ataques levados acabo por este governo PSD/CDS-PP aos trabalhadores da Administração Pública Local.
Esta proposta repõe um preceito Constitucional que consagra às autarquias locais de quadros de pessoal próprio, nos termos da lei, constituindo este preceito um corolário do Princípio da Autonomia das Autarquias Locais.
Aguardamos a reposição rápida da aplicação do horário de trabalho das 35 horas no município de Salvaterra de Magos, conforme moção/proposta aprovada, repondo rapidamente a maior das justiças, o horário de trabalho semanal de 35 horas aos trabalhadores municipais de Salvaterra de Magos.

Bloco de Esquerda - Coordenadora Concelhia de Salvaterra de Magos


Salvaterra de Magos, 19 de Novembro de 2014









MOÇÃO/PROPOSTA

Revogação do Aumento do Horário de Trabalho nos Serviços Municipais de Salvaterra de Magos

Considerando que:
1 - O Governo impôs o aumento do horário de trabalho na Administração Pública Central e Local de 35 horas semanais para 40 horas, sob o argumento da igualização do horário de trabalho com o praticado no sector privado, escondendo que esse é o limite máximo, mas que em muitos locais de trabalho e sectores o horário de trabalho praticado é efectivamente inferior.

2 - O aumento de 35 para 40 horas semanais não traz maior produtividade aos serviços nem vai tornar mais eficaz o atendimento aos munícipes, objectivos que devem encontrar soluções no âmbito organizacional e da formação.

3 - O aumento do horário de trabalho consubstancia uma perda de direitos e da retribuição, faz crescer os factores de descontentamento e de mal-estar laboral que, esses sim, prejudicam a produtividade e a identificação dos trabalhadores com os objectivos de serviço público do município.

4 - Além disso, o prolongamento da jornada de trabalho prejudica vincadamente a vida pessoal dos trabalhadores e agrava as dificuldades na articulação com as suas responsabilidades familiares e sociais.

5 - Constituindo claramente uma desvalorização salarial (há quem a avalie em cerca de 14%) e uma pressão para a redução de postos de trabalho, o aumento do horário de trabalho não encontra qualquer justificação, nem argumentos, a favor dos trabalhadores e do próprio município.

6 – O aumento do tempo laboral para as 40 horas, a par do ataque aos direitos dos trabalhadores da Administração Pública Central e Local, concretiza mais um corte brutal da despesa pública e prepara uma vaga de despedimentos, anunciada na proposta de Orçamento do Estado-2014, agravando a recessão económica e as condições sociais no município e no país.

7 – As centrais sindicais CGTP-IN e UGT já se pronunciaram considerando inconstitucional o diploma, tendo a verificação da sua constitucionalidade já sido suscitada junto do Tribunal Constitucional.

8 – Nos termos do artigo 241.º, n.º 1 da Constituição da República Portuguesa as autarquias locais dispõem de quadros de pessoal próprio, nos termos da lei, constituindo este preceito um corolário do Princípio da Autonomia das Autarquias Locais.

9 – Nos termos do artigo 35.º, n.º 2, alínea a) do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, compete ao Presidente da Câmara Municipal decidir todos os assuntos relacionados com a gestão e direcção de recursos humanos afectos aos serviços municipais.

Assim, os vereadores eleitos do Bloco de Esquerda propõe que a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, reunida em 19 de Novembro de 2014, delibere:

Ao abrigo do artigo 25.º, n.º 2, alínea k) do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, e do Princípio da Autonomia das Autarquias Locais a revogação do aumento do horário de trabalho dos funcionários de todos os serviços do município.
A ser aprovada esta moção, enviar à  Presidente da Assembleia da República e Grupos Parlamentares, às centrais sindicais CGTP-IN e UGT, Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos, Juntas de Freguesia e União de Freguesias do Concelho e Comunicação Social. 
                                                                                 
Os vereadores eleitos do Bloco de Esquerda



Salvaterra de Magos, 19 de Novembro de 2014

Aprovada por unanimidade